Mostrando postagens com marcador combate. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador combate. Mostrar todas as postagens

domingo, 11 de junho de 2017

Arcadia Quest

Arcadia Quest é daqueles com caixa grande, pesada e cheia de componentes. É um prato cheio pra quem curte miniaturas bem modeladas. Foi lançado no Brasil pela Galápagos que, como sempre, capricha na produção.





O game é mission based. Ou seja, ele vem com o manual que possui as regras básicas e com alguns cenários pré-montados para os jogadores se aventurarem. Esse foi mais um título que pintou na aula de análise de jogos que ministro semanalmente e foi apresentado pelos alunos como um exercício de leitura de manual. O game tem muita inspiração em games de miniaturas clássicos como Star Wars miniatures. Cada player gerencia três ações de movimento com seus personagens que devem andar, atacar ou fazer ações sortidas.



O combate é bem simples e tem um mini tabuleiro para cada player gerenciar os equipamentos que cada personagem tem e acha pelo caminho. A única coisas mais demorada do game é o setup.

Bacaninha. Prato cheio pra quem curte comprar o game e pintar as miniaturas.

#GoGamers

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Chaos in the old world

CHAOS IN THE OLD WORLD é um game de estratégia assinado pelo game designer Eric Lang que se apropria de uma temática de medieval/terror em uma realidade forrada de demônios, magos e outras criaturas abomináveis. Esse é um post de caráter místico, pois é a postagem 1111 do Game Analyticz!

O game mistura várias mecânicas e possui dice rolling (para combate), decks de cartas (para poderes de raça) e movimentação/controle de área (para o tabuleiro). Tem a essência de um war game, mas é mais rápido e bem mais dinâmico. Como todo game desse tipo, a experiência conta muito de acordo com o pique da galera que está jogando; nesse caso fui um afortunado, pois meu grupo é o mais divertido do planeta para esse tipo de atividade. Teve discussão, atrapalhar a vida do alheio e piadas sobre RPG.



Jogamos uma partida de quase três horas sem perceber. Entramos legal no game e rolou o verdadeiro "caos" que assina o game no tabuleiro. Cada jogador comanda uma raça fantástica e a cada round vai tentando dominar áreas para "arruinar" territórios. O objetivo aqui é destruir tudo e quem o faz, leva mais pontos.



As rodadas são divididas por fases. Compra-se cartas, gasta-se pontos alocando cartas e tropas, rola a pancadaria nos dados (o componente sorte pesa bastante aqui, mas não atrapalhou na diversão) e depois coleta-se pontos de acordo com o estrago feito nas áreas do board.



Tem várias maneiras de ganhar o game e, nesse aspecto lembrou um pouco um eurogame. O pack de componentes é sensacional e as miniaturas fazem a diferença no cenário, a arte é doentia. Esse aqui levou nota 8 e se contrapôs diametralmente oposto ao tenebroso Kemet que jogamos recentemente da ludoteca do amigo Estevão.

É pra jogar de novo. Imagens do BGG.