segunda-feira, 12 de novembro de 2018

The fox in the forest

The fox in the forest é um jogo para dois players daqueles que a temática pode ser trocada por qualquer outra coisa que dá na mesma. O game é bastante casual e ambos os players tentam fazer truques na floresta para conquistar os pontos. A mecânica é simples: um jogador joga uma carta e o oponente - se for possível - deve jogar uma carta de mesmo tipo (existem três tipos) maior ou menor. Quem ganha e faz o truque começa a próxima rodada.



O jogo tem uma sacada de pontuação que é interessante: em dado momento se um jogador conseguir fazer muitos truques com as cartas ele se torna ganancioso e perde pontos. Muitas vezes é essencial deixar o oponente ganhar jogando cartas de número mais baixos para manter a sua pontuação em um nível mais satisfatório. Toda rodada tem uma "manilha" que opera como uma carta para bloquear desempates.



Algumas cartinhas possuem poderes que garantem alguma dinâmica no game, mas é morno no geral.

Joguei uma partida e bastou para conhecer.

#GoGamers

domingo, 4 de novembro de 2018

Broom Service

Pick and delivery com gerenciamento de personagens e suaves doses de blefe; acho que essa pode ser uma boa síntese desse game no qual players fazem o papel de bruxas, fadas, druidas e duendes que precisam produzir e entregar poções em um reino encantado.



O game, apesar de ser de 2015, tem um visual de euro do começo dos anos 2000. De certa forma, me trouxe reminiscências do clássico Elvenland.

Em Broom Service cada player possui um deck de 10 cartas com as mesmas dez personagens: 4 bruxas que voam para territórios distintos (colina, montanha, floresta e planícia) para entregar poções; 2 druidas que entregam poções sem se locover; 3 duendes que fabricam os três tipos de poção do game (laranja, roxa e verde); 1 fada que remove as tempestades do tabuleiro.



Cada uma das cartas possui um poder corajoso e um poder covarde. O poder covarde é realizado na hora e é garantido. O poder corajoso só é realizado se nenhum outro jogador tiver escolhido a mesma carta na jogada. Aqui entra o blefe mais pesado do jogo. Para entender: se um player joga uma carta de BRUXA DA FLORESTA e usa o poder corajoso (que sempre garante poderes melhores) se outro jogador possui a mesma carta escolhida para aquela rodada deve baixar e anular a jogada do primeiro jogador. Como se joga em até 5 players é possível um ir anulando o outro.



Joguei a versão lançada pela Grow recentemente no Brasil. Na busca pelas regras em vídeo acabei achando essa galera bem legal do canal “Bafo de Dragão”. Para quem quiser, seguem as regras mais detalhadas pela dupla:



#GoGamers

domingo, 28 de outubro de 2018

5 minute dungeon

É isso aí. Um jogo de entrar na dungeon matando monstros no qual as partidas duram exatamente 5 minutos computados por um app de smartphone com narração e efeitos especiais sonoros.



É colaborativo e cada player tem um deck com magias, golpes, efeitos especiais etc. Um deck de monstros vai revelando os desafios e, caoticamente, os players tem que falar para não gastar recursos a toa. É realmente bem agitada uma partida desse game.



Olha um vídeo que mostra um pouco do gameplay:



Esse aqui me lembrou a confusão gostosa do Escape. :-)

#GoGamers

domingo, 21 de outubro de 2018

Galletas

Mais um título apresentando pelo amigo Maurão do Game Lab | ESPM numa joga rápida de fim de tarde. Galletas (espanhol para "bolachas") é um game que me lembrou um pouco o raciocínio do Ghost Blitz.



Nesse aqui três cartas são abertas na mesa e um dado é rolado. Os jogadores tem que olhar a bolacha que saiu no dado e ver em qual outra bolacha ela se liga na cartinha. Daí, segunda carta, tem que olhar a última bolacha que a primeira se ligou e acompanhar o caminho de novo. Na terceira carta faz-se o mesmo e o jogador que pegar a peça que represente a última bolacha certa, marca o ponto. Se não ficou muito claro, vai um vídeo para treinar o espanhol!




Mais um bom casual descoberto. Outro excelente game para as aulas de introdução ao game design!

#GoGamers

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Rise to nobility - the future of the five realms

Quem acompanha o Game Analyticz sabe que eu, atualmente, não sou grande fã de jogos de longa duração. No entanto, joguei as três horas e meia de Rise to Nobility com muito gosto. O tema gira em torno de indivíduos em uma terra de fantasia conquistando espaço na nobreza; um jogo de ascensão social.



É um worker placement cheio de mini mecanismos marotos, mas o que eu gostei mesmo foi como a temática de fantasia medieval foi bem ajustada com esse ponto.



Os players tem um mini tabuleiro para gerenciar a população do reino e um tabuleiro maior para disputarem a alocação de trabalhadores. A brincadeira gira em torno de alocar seus dados remanejando os valores dentro de uma escala de prestígio. No início do game resultados altos nos dados são ruins porque permitem poucas ações; o lance é ter dados com valores baixos. Nesse ponto trouxe uma lembrança do Kingsburg.



Gostei de como o andamento da pontuação é feito bem cadenciado. Na partida que jogamos foi só na última rodada que enxergamos o ganhador.



Pra fazer um contraponto, achei que algumas áreas do tabuleiro acabam ficando meio função por conta de opções melhores (mas isso é típico de worker placement).



Layout e ilustras interessantes. Bom game pra um domingo chuvoso com bons amigos.

#GoGamers

domingo, 7 de outubro de 2018

Origin

Origin é um game sobre o surgimento do humano no planeta. Sobre tribos migrando por uma terra ancestral. As peças que representam os humanos são sensacionais: madeira com entalhes maravilhosos. Temática bacana e jogo bem inteligente, mas o mecanismo de expansão das peças me confundiu um pouquinho.



Tudo começa de um ser humano que está em algum lugar da Africa e é preciso ir expandindo para outros territórios. As peças são coletivas e vc pode dar "spawn" da peça de um oponente. É possível expandir gerando um outro humano de mesmo tamanho e força com cor diferente, mesma cor e tamanho com força diferente ou mesma cor e força com tamanho diferente. Isso me confundiu um pouco. Senti que faltou uma cartinha com uma ajuda visual mais clara de como fazer a expansão das tribos.







Apesar da confusão inicial fui pegando a manha no meio do caminho. Foi divertido, mas perdi miseravelmente. =)



Mais um título com excelente acabamento. Fez a alegria da joga mais recente.

#GoGamers

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Fruit Salad

Uma versão modificado de "Pif Paf" bem divertida. Mais um bom exemplo de jogo casual que pode fazer a alegria da família ou de um final de churrasco. Mais um que descobri no Game Lab da ESPM.



Rola-se um dado de número e um de fruta (ex.: 5 melancias). Os jogadores vão jogando as cartas que possuem diferentes frutas. Quando algum jogador achar que há 5 ou mais melancias ele bate na mesa. Se acertar ele se livra das cartas da mão, se errar pega as cartas para a mão. O objetivo é bater a mão.

Simples, casual e rápido. A Devir lançou aqui nas terras brasileiras.

#GoGamers