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domingo, 27 de agosto de 2017

Gravwell: Escape from the 9th Dimension

Opa! Ontem teve Workshop de Prototipação de Board Games na Encounter. Foi super legal e aproveito esse post para agradecer a todo mundo que participou. Depois de três horas de conteúdo, fomos relaxar um pouco e conhecer um jogo novo. A surpresa (positiva) do dia foi o Gravwell.



Gravwell é um game de naves e gravidade. Um belo "race to the end" espacial rápido e inteligente. Os jogadores estão tentando fugir da singularidade em um tabuleiro espiralado; para isso, utilizam cartas que podem repelir ou afastar a gravidade gerada pelas naves que estão mais próximas.

A ordem que as cartas são resolvidas vai mudando a maneira que as naves se posicionam no grid. É um pouco complicado de enxergar como a "gravidade" atua na mecânica do jogo, mas é bem genial como o autor conseguiu adicionar esse elemento na narrativa.



O game tem um sisteminha de iniciativa baseado em letras do alfabeto. O design é minimalista feito com poucos componentes e o replay é nitidamente alto. Este é o tipo de game que eu procuro atualmente para jogar ou comprar: que use poucas peças, seja rápido de aprender/jogar, gere variedade de partidas e seja de preço acessível.

Mais um bom produto nascido de financiamento coletivo do Kickstarter.

#GoGamers

terça-feira, 29 de abril de 2014

Eminent Domain

Esse aqui é da adega lúdica do amigo Estevão. Sem erro: ficção científica de colonização de planetas com mecânica de deck building. Me chamou a atenção a arte do game, mas especialmente das cartas de planetas. O pack de naves também é bastante divertido.



Eminent Domain é jogado em duas fases a cada rodada: 1) ação individual e 2) ação coletiva, na qual os demais players "seguem" aquilo que foi feito pelo jogador da vez. Eu gostei bastante do game; ele não possui nada de genial, mas é bem encadeado e redondinho na dinâmica. Há uma porrada de ações extras e maneiras de se conquistar planetas, o que dá a letra de uma boa re-jogabilidade.



É rapidinho e emocionante na parte da contagem de pontos contagem de pontos. Imagens do BGG.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Viagem no Tempo

Mais um título do meu amigo Marcos Macri lançado recentemente pelo seu selo independente MS JOGOS. Só tive a oportunidade de estrear o meu na semana passada, mas já deixo meus parabéns ao autor do game. De verdade, o Macri é um guerreirão que corre atrás, gerencia o processo e faz a coisa acontecer. Viagem no Tempo está com uma qualidade nota 10! Componentes bacanas e a sempre incrível arte do amigo Marcelo Bissoli. Eu tive a honra de jogar este aqui quando ainda era apenas um protótipo em junho de 2010 (clique aqui para ver a evolução do game)



No game os jogadores representam cientistas viajando no tempo e coletando provas científicas de diferentes eras da humanidade. No percurso é possível viajar com a máquina do tempo, com a nave ou adquirir vantagens com o relógio. A cada salto temporal, além de recolher as provas, é possível trombar com figuras importantes da história da humanidade como Santos Dumont, Platão, Gandhi e mais uma porrada de outros personagens.



O Macri é um grande fã de eurogames e a gente vê isso na(s) mecânica(s) do game. Há uma porção de possibilidades para se pontuar e uma infinidade de estratégias para serem seguidas. Se o jogador souber usar as cartas especiais com as habilidades do tabuleiro é possível criar combos interessantes. O game surpreende na pontuação final. Jogamos uma partida onde havia a certeza de um ganhador que se mostrou completamente errada.

Tá esperando o que para comprar o seu? Vamos fomentar a produção independente nacional! Go Macri!

domingo, 11 de setembro de 2011

Battlestar Galactica

Jogamos recentemente este jogo bem legal que o amigo Big trouxe da Alemanha. Battlestar Galactica é um game cooperativo que tem uma pegada do Shadows over Camelot, ou seja, jogo que coloca os players contra o tabuleiro e uma iminente figura de um traidor no grupo. Eu assisti a uma partida desse título ano passado em uma Euroliga, mas nunca tinha jogado.

Eu vi pouquíssimo da série de TV, mas dá pra sacar que todos os elementos estão recriados na ambientação do cenário: personagens, quotes famosas, os cylons, as naves, etc.

Basicamente o game é baseado em rodadas onde todo jogador deve fazer um número limitado de ações para garantir que a nave dê saltos seguros no hiperespaço. No fim da rodada de cada player uma carta de "desgraça" é revelada e se não é resolvida afeta o combustível, alimento, moral ou população da frota.

Se alguns desses itens chega a zero, os inimigos ganham. Sempre há a possibilidade de ter um traidor no grupo que, se revelado, começa a declaradamente jogar contra; inclusive há uma área especial no tabuleiro com ações inimigas.

É um pouquinho demorado e tem que ser jogado no grupo certo. Um role playing sempre dá um gosto a mais nesse tipo de experiência. Vale frisar que o pack de componentes é nota 1000: arte com fotos dos atores da série, dezenas de naves plásticas, cartas bem acabadas e um tabuleiro espaçoso e bem diagramado.

Imagens do BGG.