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terça-feira, 30 de abril de 2013

Escape: The Curse of the Temple

Segundo meu amigo Maurício Torselli, que esteve em na feira de Essen (Alemanha) no ano passado, Escape era um jogo que estava sendo bem procurado pelos transeuntes do local. Eu li várias críticas negativas sobre o game, mas mesmo assim resolvi comprar para conferir. Sendo bem sincero: está longe de ser bom como jogo, mas é muito bacana como experiência lúdica no grupo certo de amigos. Para mim vai ter uma utilidade especial, pois usarei nas minhas aulas/cursos de game design (e, acreditem, ele pode ser ótimo para mostrar pontos diferentes em um jogo de tabuleiro).



Escape é um jogo em tempo real cooperativo pra 1 a 5 players. Cada partida dura exatamente 10 minutos e o jogo vem com um CD de trilhas sonoras para contabilizar o tempo (também possui uma ampulheta se os players não tiverem CD player). Os jogadores são arqueólogos que possuem 10 minutos para escapar de um templo amaldiçoado que está desabando e para isso vão ter que rolar dados de maneira insana afim de conseguir os resultados para explorar salas, achar tesouros, se livrar de maldições e destruir cristais mágicos. Cada sala que os players entram possui um "poder" específico que afeta as condições do game para o bem ou para o mal.



Os jogadores devem rolar os dados simultaneamente e podem se ajudar com os resultados em algumas ocasiões. Há momentos em que um gongo soa na trilha sonora e os players devem correr para o centro do tabuleiro para evitar perder um dado. Em outro momento os dados ficam amaldiçoados e não podem ser rolados, precisando de ajuda dos amigos, etc. É curioso e vai funcionar melhor em sala de aula do que em jogas frequentes. o vídeo a seguir mostrar o gameplay:



Levou nota 6. Mais uma peculiar aquisição para a ludoteca. Imagens do BGG.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Ilium

Título leve e divertido do autor Reiner Knizia. Os players são arqueologistas com equipes de escavadores buscando relíquias nas ruínas de Ilium (que é outro nome para a cidade de Troia).

A mecânica é muito simples: cada player posiciona seus trabalhadores em caminhos que ligam os sítios arqueológicos em grupos de 1, 2 ou 3; quando um caminho é completado, as riquezas são divididas entre os dois com maior equipe. Ganha quem conseguir mais grupos de riquezas.

O game é daqueles títulos que conseguem ser estratégicos, com grande re-jogabilidade e agradar gamers e não-gamers. A arte é bem legal e os componentes também são caprichados.

Imagens do BGG.