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domingo, 30 de outubro de 2016

Arcane academy

Esse game tem um slogan que o define: "a strategic game of tile-linking wizardry". Cada jogador comanda um estudante de artes mágicas e possui um tabuleirinho no qual vai acumulando seus poderes. Os poderes são abastecidos por força mental e estilhaços de cristal; quando um tile de poder é ativado ele também aciona aqueles que estão ortogonalmente ligados com ele. Daí que vem o slogan do game.



É possível sobrepor tiles e fazer novas combinações, mas o legal do game é que você tem que pensar em qual tile vai desencadear o poder, pois a sequência que ele vai acontecer faz toda diferença. Apesar da temática batida, Arcane Academy é um game que funciona com gamers e não-gamers. É daqueles que você consegue jogar em qualquer grupo.



É rapidinho e bem divertido. Tem uma arte bem legal e foi lançado esse ano. Fazia tempo que não jogava um game e que ficava com vontade de comprar pra ludoteca. Esse aqui me ganhou de prima.

#GoGamers

domingo, 31 de julho de 2016

Apotheca

Apotheca é um game muito bom. Bom mesmo. Rápido (meia horinha), para 2-4 players, com componentes caprichados e uma direção de arte sensacional. Eu dou cada vez mais valor para jogos rápidos, confesso que ando meio sem paciência para longas partidas de muitas horas. No entanto, o grande ponto de destaque do Apotheca é como uniram uma temática pop (feitiços e poções) estrategicamente em um jogo abstrato.



Tenho um amigo que fala que "todo jogo, em sua essência, é um jogo abstrato". Se enxergamos para além da temática, iremos ver um esqueleto de mecânica abstrata pura em muitos dos games que amamos jogar. No entanto, essa visualização é mais nítida em alguns casos. Apotheca tinha tudo para ser um bom jogo abstrato com cores e formas, mas a temática de poções mágicas dá um tcham a mais na obra.



A mecânica é muito simples. Em seu round, cada player deve escolher fazer duas ações: colocar dois tiles não revelados em jogo, desvirar um tile, comprar uma personagem ou pontuar. O objetivo é fazer sequências de três poções da mesma cor e quem pontua 3 vezes ganha o jogo. O tabuleiro possui pouco espaço para longas estratégias de movimento e daí entra um componente muito legal do jogo: as cartas de personagens.





Cada personagem possui um poder de movimentação que altera os tiles de poções no board. Logo, quando você está com uma jogada ensaiadinha pra marcar o ponto, pode rolar uma movimentação de peças que altere toda a configuração da mesa. Só uma coisa não me agradou muito no game: as cartas de personagem possuem um espaço pequeno para a descrição do poder e a informação, nem sempre, é muito clara. Detalhe de layout, mas que poderia ser melhor pensado (mas nada que estrague a experiência do jogo).

Mais um excelente título que saiu de financiamento coletivo e ganhou as ludotecas de muita gente. Mais um bom game conferido da coleção do amigo Estevão.

#GoGamers

terça-feira, 14 de julho de 2015

Argent: The Consortium

Olha, esse aqui soou confuso em uma primeira joga. Argent: The Consortium é um game com cara de Harry Potter: estudantes de uma escola de magia precisam provar seu valor executando tarefas e conquistando pontos de influência perante o corpo docente do local.



O próprio manual do game aponta que o primeiro gamaplay é meramente experiencial. Do segundo pra frente é que rola a famosa curva de aprendizado. Mesmo assim, achei o game confuso. As mecânicas são tranquilas, mas os quesitos de pontuação são bastante obscuros.



Na sua rodada você tem um número de magos/trabalhadores para alocar em regiões do board. Casa sala da escola/tabuleiro permite que você aprenda novos feitiços, compre ingredientes, recrute mais magos etc. O cerne de todo action point clássico.

Tem componente bacanas (como as miniaturas dos magos), mas as ilustrações são bastante esquisitas. Sei lá se jogaria de novo. De toda forma, mais um conferido da ludoteca do amigo Estevão.

#GoGamers