segunda-feira, 3 de agosto de 2015

XCOM: the board game

Esse é da safra de 2015 de jogos com mega packs de componentes e traquitanas. XCOM é baseado no jogo homônimo de computador/videogame que narra uma guerra entre aliens e humanos em um futuro desolado. O game funciona com o tabuleiro, cartas, miniaturas e um aplicativo mobile (tablet ou smartphone) que vai propondo os desafios de uma partida.



Quando vemos o game funcionando dá pra imaginar o trabalho que os criadores tiveram para criar e prototipar a ideia. Em termos de mecânica não há nada de novo, idem para temática. O grande lance é o aplicativo que gera um fator de tempo e eventos que vão interferindo conforme a performance dos jogadores em cada etapa da missão. Os papéis do game se dividem em comandante, cientista, mestre de armas e chefe de comunicações. A cada rodada cada um tem que ajudar o outro para eliminar os aliens em cada uma das searas do tabuleiro.



Os componentes são muito bem feitos e o aplicativo tem um design bem legal e tematizado para o jogo. Porém, não me atraiu muito. Eu gostei de jogar e conhecer. Gostei de ver como o app funciona bem em sincronia com o tabuleiro, mas não é um game que eu jogaria de novo. Achei que tem uma quantidade razoável de regras que se perdem um pouco por conta da sorte nos dados; veja bem, nada contra o fator sorte, mas achei que em determinados momentos estruturamos uma rodada inteira e dois azares nos dados destruíram tudo.



O jogo, no entanto, tem um gostinho da versão digital. Os fãs da série certamente vão gostar de experimentar.



Como o leitor deve imaginar é um game colaborativo. Falhamos miseravelmente na missão, mas jogamos com alguma regra errada que colaborou pra isso. Um ponto importante é que no fim de cada rodada o app já solta um checklist das missões que, dependendo do desempenho da equipe, gera resultados melhores ou piores para o passo seguinte.

Curioso. Acho que essa é a melhor tag para o game.

Para ver o app em ação, segue um vídeo com uma resenha mais completa:


#GoGamers

terça-feira, 28 de julho de 2015

Koi-Koi (Hanafuda)

Ganhei esse tradicionalíssimo game japonês para minha coleção! Koi-Koi (ou Hanafuda) é um set collection bem rápido, mas que demanda um estudo cuidadoso das cartas (tiles). É importante dominar 12 espécies de flores para poder jogar com a rapidez que é atrelada ao game.



Em uma partida, oito cartas são abertas na mesa e os players recebem mais oito cartas para formar a mão. O objetivo é ir jogando cartas que fazem match por tipo de flor e ir montando as coleções. Vale sequência de faixas com poemas, de flores normais, de animais ou uma combinação de tudo isso. O vídeo a seguir explica um pouco mais as regras desse game bem exótico:



Hanafuda significa "cartas de flores" em japonês e "koi-koi" é o que os jogadores falam quando conseguem fazer uma combinação matadora para o game. Se quiser conhecer mais e jogar uma versão em flash, clique aqui.

#GoGamers

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Black stories

Card game lançado em território nacional pela Galápagos. Um jogo perfeito para levar para o fim de semana com amigos para aquela casa do interior (aliás, joguei nessa situação).



Casual ao extremo, é um game muito simples: há um mistério - que é lido brevemente para todos os players por um mestre de jogos - e na sequência perguntas vão sendo feitas. As respostas possíveis são: sim, não e irrelevante. Os jogadores devem juntar as peças e quem resolve, leva o ponto.

Para jogar bebendo e falando besteira.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Jogo novo no mercado brasileiro: SUPERNOVA

Opa! O amigo Parma está empreendendo pra valer no mercado de games brasileiros e vai lançar o primeiro game da sua editora, a Ludofy. Trata-se do título SUPERNOVA, um card game espacial de estratégia rápido e que vai agradar heavy gamers e casual gamers.



Dá uma sacada no clima do jogo: "Os humanos descobriram como chegar ao pequeno planeta vermelho Marte e viram que não estavam sós no universo. Outra forma de vida aparecia e se mostrava inteligente. E hostil… Os marcianos incomodados pela presença humana buscam uma forma de aniquilar com a vida terrestre e traçam planos para destruir nosso planeta. Enquanto isso uma nova ameaça surge no espaço. O Sol começa a se transformar em uma supernova e inicia sua jornada rumo à sua destruição e de todas as formas de vida ao redor. Você estará pronto para vencer a guerra espacial e levar sua espécie rumo a um novo êxodo? Só depende de você".

O game ficará em pré-venda de 15.07 até 15.08 com desconto de R$ 20,00 e mais algumas regalias. Após a pré-venda o valor será de R$ 119,90. Os jogos serão enviados primeiro para quem adquiriu na pré-venda e para os lojistas que comprarem. O lançamento está previsto para o dia 31.08.2015.

Dá uma sacada na arte que, na minha opinião, ficou sensacional:





Acesse o site oficial clicando aqui e saiba mais.

O Parma, criador do Supernova, inclusive, é parceirão na criação de indie games. Ele que deu vida digital ao TÍZ e ao Dominaedro.

GO GAMERS!

terça-feira, 14 de julho de 2015

Argent: The Consortium

Olha, esse aqui soou confuso em uma primeira joga. Argent: The Consortium é um game com cara de Harry Potter: estudantes de uma escola de magia precisam provar seu valor executando tarefas e conquistando pontos de influência perante o corpo docente do local.



O próprio manual do game aponta que o primeiro gamaplay é meramente experiencial. Do segundo pra frente é que rola a famosa curva de aprendizado. Mesmo assim, achei o game confuso. As mecânicas são tranquilas, mas os quesitos de pontuação são bastante obscuros.



Na sua rodada você tem um número de magos/trabalhadores para alocar em regiões do board. Casa sala da escola/tabuleiro permite que você aprenda novos feitiços, compre ingredientes, recrute mais magos etc. O cerne de todo action point clássico.

Tem componente bacanas (como as miniaturas dos magos), mas as ilustrações são bastante esquisitas. Sei lá se jogaria de novo. De toda forma, mais um conferido da ludoteca do amigo Estevão.

#GoGamers

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Dead Man's Draw

HÁR! Um game com temática de piratas sempre é legal. Se for rápido e divertido, melhor ainda. Dead Man's Hand é um jogo de sorte e destino. Os jogadores vão abrindo uma fileira de cartas e resolvendo os poderes das mesmas. O objetivo é abrir o maior número de cartas, mas se alguma delas se repetir o jogador perde toda a jogada e o que foi colocado na mesa vai para a pilha do morto.



O canhão destrói uma carta do inimigo, o gancho rouba uma carta do oponente para sua área de jogo, o kraken acelera e deixa mais perigosa sua rodada etc. A mecânica de se arriscar abrindo o deck lembrou um pouquinho Incan Gold, jogo que serviu de inspiração para o meu Cartas Assombradas.

Se eu não me engano esse aqui saiu de um financiamento de Kickstarter e hoje está enterrado na ilha lúdica do amigo Estevão.

Eu ando numa vibe de jogar games cada vez mais rápidos e cada vez mais espartanos em componentes.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Vídeo de divulgação do meu livro novo

Opa! Olha só que legal: a Cengage Learning fez um vídeo comigo falando do meu livro novo GAME DESIGN: MODELOS DE NEGÓCIO E PROCESSOS CRIATIVOS. Assiste aí e compra o livro! Você estará ajudando um game designer a comer no dia de amanhã. =)

#GoGamers


Cengage Learning - Mercado de Game Design no Brasil from GN2 Conteúdo on Vimeo.