Já achei duas boas lojas de games por lá e espero trazer novidades para a ludoteca, boas histórias e o melhor pisco que meu dinheiro puder comprar!
A mecânica do jogo é idêntica a do cardgame: cada jogador adiciona suas cartas nas linhas coletivas e tenta evita ser o 6° a colocar em determinada linha. Quem é obrigado a colocar na sexta casa de uma linha leva as cartas e pontua negativamente.
A diferença desse aqui é que algumas fileiras tem condições especiais, que deixam você comprar mais peças de aposta, pontuar positivamente, etc. O design é bem lúdico e representa um pasto onde você tem que desviar de fezes bovinas espalhadas (ok, deve ter rolado uma droga na jogada).
Na primeira parte cada jogador vai comprando cartas de locais e alocando seus peões por regiões mais (ou menos) estratégica para fuga. Quando as cartas do Vesúvio são retiradas cada um deve colocar, obrigatoriamente, tiles de lava no tabuleiro.
Nessa parte ocorre a movimentação dos peões. Peão que escapa é ponto ganho. É o tipo de jogo que eu adoro: extremamente simples, porém bastante estratégico.
Há um detalhe bem legal no tabuleiro que é um vulcãozinho de plástico para jogar as vítimas da lava e marcar pontos perdidos. Nota 10. Imagens do BGG.
Em Buenos Aires visitei uma loja de games que já havia mencionado aqui no blog ano passado; trata-se da Las Vegas. Infelizmente o que já não era muito variado ficou mais escasso ainda. A loja praticamente virou uma loja de brinquedo que possui uma prateleira mixuruca com poucos (e batidos) títulos. Acabei comprando um conjunto de dados de madeira artesanais bem bonitos, que é o que acaba salvando na loja, pois há uma variedade bem grande de equipamentos para jogos de mesa clássicos.
Outra dica que gostaria de dar (e essa dica é boa) é a loja EL OGRO ALEGRE! Que é uma virtual shop que vende RPG, miniaturas e boargames; diga-se de passagem com preços muito bons. Não pude visitar o estoque da loja, mas falei por telefone com o dono que se chama Michel. Ele disse que com um pouco de esforço manda aqui pro Brasil também. Para visitar a loja clique aqui.
O game é um trambolho curiosíssimo: você usa a caixa e um simulacro da estrela da morte para montar o tabuleiro; posiciona os tie fighters na defesa; move seu personagem e quando o rondel te mandar dar um tiro, você tenta derrubar o máximo de caças. Dá uma olhada no vídeo a seguir para entender melhor:
Logicamente é um game para criança (e eu gostaria de ter tido isso quando era uma), então fica registrado pela curiosidade.
Um obrigado todo especial pro amigo Fábio que me deu essa pílula de alegria. Imagens e vídeo de Vince Vader, e daqui pra adiante vou começar a produzir mais videozinhos e quem sabe, futuramente, um videocast.
May teh force be with you.
O tabuleiro representa o caldo primordial com suas diversas proteínas espalhadas por squares; a cada rodada é sorteada uma carta que indica para que direção a maré se move. Nessa mecânica, cada jogador deve ir alimentando suas amebas com proteínas de cores diferentes das suas, ou seja, uma hora a comida acaba e as amebas devem evoluir para lutar e comer outras amebas.
O grande barato do game é a adaptação temática onde cada jogar pode gastar “biological points” para crescer, atacar, desenvolver tentáculos, nadadeiras, etc.
As estratégias são infinitas e de cara dou um aviso: é um game com curva de aprendizado mais demorada, você precisa jogar umas duas ou três vezes para pegar o espírito da mecânica; mesmo porque há uma variedade de poderes que permitem inúmeros combos que são impossíveis de decorar na primeira partida.
Gostei muito, mas muito mesmo desse título. Está na listinha de games que não para de crescer. Imagens do BGG.