domingo, 28 de julho de 2019

Gekido: Bot Battles

Dice game de batalha de robôs gigantes assinado pelo Fel Barros e Romulo Marques. O game é assimétrico com diferentes mechs munidos de poderes e habilidades diferentes.



O tabuleiro é formado por tiles modulares e é um grande cada um por si que gera um divertido quebra pau cheio de roladas de dados. Também há cartinhas com poderes para gerar mais imprevisibilidade nas partidas.



O objetivo é fazer as melhores combinações com os dadinhos seguindo uma lógica de combos de poker. As miniaturas são um espetáculo; dá pra deixá-las enfeitando a estante depois de jogar.



Não é meu tipo de game, mas joguei uma partida que resultou em bons xingamentos e situações de tensão.

#GoGamers

domingo, 21 de julho de 2019

Zoo Panic

Como game designer um dos pontos que eu mais defendo é que temos que jogar de tudo. Tem que jogar game casual e hardcore. Tem que jogar game bonito e game feio. Tem que jogar de tudo mesmo; inclusive jogos infantis.

Eu já fiz alguns games para crianças (Cartas Assombradas e Dupla Identidade) e é preciso ter um bom repertório para isso. Essa semana, visitando meu amigo João conheci o Zoo Panic que ele comprou para os filhos dele e joguei uma partida.



É um game de jogar o dado e andar pelo zoológico alocando os animais em seus locais corretos. O interessante é que tem uns elementos estratégicos simples que ensinam as crianças a contar e tomar decisões significativas sobre escolher os melhores caminhos para levar os animais.



Bem bonitinha a produção. O título é gringo, mas saiu no Brasil pela Ludens Spirit.

#GoGamers

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Reef

Que delícia de game. Um jogo sobre a montagem de corais. Um abstrato com camada temática suave; rápido, fácil de explicar e bonito. O tipo de jogo que eu mais amo atualmente.



Em reef você precisa comprar cartas que ficam expostas na mesa. A parte de cima da cartinha indica que peças de coral você deve pegar e alocar no seu mini tabuleiro individual. A carta vai pra mão e a parte de baixo dela indica que tipo de combinação você deve fazer no tabuleiro para pontuar. Ou seja: você sempre está comprando cartas pensando nas jogadas e combinações futuras.



É muito divertido e tem umas possibilidades interessantes de empilhamento de peças e de ajuste ortogonal e diagonal de peças. Bem equilibrado e dinâmico. Adorei jogar e quero comprar.



Mais um que dá vontade de comer os tokens.

#GoGamers

domingo, 7 de julho de 2019

Orbis

Esse foi uma surpresa agradável. Joguinho leve e rápido com uma dose bacaninha de estratégia na mecânica de alocação de tiles.



Em Orbis somos deuses “compondo” um território. É preciso montar a parada com 14 tiles (5 na base, 4 em cima, mais 3, mais dois e o deus na ponta). Sua civilização terá o shape de uma pirâmide.



Tem umas regras de alocação dos tiles por cor que devem estar adjacentes e sempre que um tile é comprado da mesa ele gera recursos para os adjacentes ortogonais. Tem aquela coisa legal de comprar o tile pela necessidade de montar uma sequência mais valiosa ou pegar pelos recursos que estão nele.



Cada deus (e você só pode escolher um) tem um poder diferente que afeta o resultado final. A pontuação de final de jogo tem umas surpresas interessantes. Não é o tipo de jogo que compraria, mas gostei de jogar e jogaria de novo pela rapidez.

#GoGamers

domingo, 30 de junho de 2019

Paper Tales

Rapidinho, mas meio sem graça. Paper Tales é um game de construir um reino com mecânica de draft (escolhe cartinha e passa a mão).



Cada player começa com cinco cartas de personagem na mão, coloca uma secretamente na mesa e passa as demais. É preciso montar um grid onde as personagens da primeira fileira irão batalhar e as demais irão gerar recursos.



A força de batalha afeta os players adjacentes (como no Seven Wonders) e os recursos permitem que se construa prédios (que podem sofrer upgrade).





Meia horinha, quatro rodadas. No entanto, achei meio sem sal.

#GoGamers

domingo, 23 de junho de 2019

Azul - stained glass of Sintra

Bom, Azul é um dos meus games favoritos. Ele até entrou numa mega lista que eu fiz no meu aniversário de 40 anos. Azul - stained glass of Sintra não decepcionou; gostei muito da variação do jogo, mas o primeiro eu ainda gosto mais. Bom, esse aqui é ambientado na cidade de Sintra (Portugal) e foca na produção de vidro colorido (aliás, as peças são maravilhosas; dá vontade de comer).



Como no jogo original, vamos comprando peças de fábricas que ficam no centro da mesa (aqui são videos coloridos e não azulejos) e devemos posicioná-las em uma espécie de tabuleiro vitral individual.



No entanto, diferente do Azul original, os tabuleiros individuais possuem colunas móveis de vitrais que serão diferentes a cada partida gerando uma aleatoriedade maior a cada jogo.



Tem uma pontuação marota de colunas completadas duas vezes e de vidros quebrados (que são pontos negativos, como no Azul).



É um excelente game. Um bom exemplo de como um game pode ganhar variação dentro da mesma mecânica/tema ficando bem diferente. Joguei recentemente e já encomendei para a ludoteca particular. Muito bom mesmo (é aquele abstrato com camada temática que dá uma graça especial).

Todo mundo jogando feliz!





#GoGamers