segunda-feira, 15 de junho de 2020

The Valley of Alchemists

Mais um título conferido via Tabletopia na pandemia. Jogo de set collection basicão, mas divertido.


Add caption

Cada jogador comanda um alquimista que tem que escolher 2 ações de 5 possíveis para cada turno: você pode coletar ingredientes, criar elementos novos, comprar poções, pontuar combos de poções ou mudar poções de lugar em um mini tabuleiro (que segue uma mecânica de jogo da velha). Ao reunir os ingredientes certos é possível comprar poções que vão sendo colocadas em um mini tabuleiro e você pode pontuar por linha, coluna ou diagonal baseado por cores ou formas dos frascos.



É legal e rápido, mas repetitivo. Você interfere pouco nas jogadas do adversário (o que faz com que o jogo entre meio no modo automático). 

De toda maneira é sempre bom conhecer um jogo novo e com arte bonita. Valeu! E segue aquela foto virtual para celebrar a partida de mais um domingo de quarentena.



#GoGamers

domingo, 7 de junho de 2020

Cinque Terre

Achei esse aqui fraco. A parte boa foi reunir amigos para jogar online no Tabletopia. Cinque Terre é um game no qual você controla uma motoneta e vai entregando produtos para cinco vilas italianas.



Você só movimenta seu veículo em sentido horário e vai coletando mercadorias e fazendo combos para vender nas cidades. Como um fator de aleatoriedade, cada cidade recebe um dado colorido que modifica o valor de vendas das mercadorias.



Tem um pouquinho do Ticket Ride no draft de cartas e nos objetivos a serem cumpridos, mas - no geral - não gostei. Não empolgou muito.

Fica o registro da partida online. Mais uma nessa quarentena.



#GoGamers

domingo, 31 de maio de 2020

Little Town

Demais de legal esse aqui. Aquela meia hora que diverte sem erro. Little Town é um boardgame no qual você tem que alocar seus trabalhadores no tabuleiro, garimpar recursos e construir partes de uma cidade que liberam novos poderes.



Sem muitas novidades no tema e na mecânica, né? Mas o interessante de Little Town é a dinâmica ágil entre os players e as incríveis possibilidades estratégicas que os autores conseguiram implementar em um tabuleiro pequeno com pouquíssimos componentes. O game é econômico em termos de componentes, mas muito bem pensado em termos de regras.



Para mim teve um interesse especial porque é o tipo perfeito de jogo que eu gosto de levar para minhas aulas de game design. Um game que se explica em poucos minutos, tem duas mecânicas centrais bem desenvolvidas e cada partida é completamente diferente das outras por conta de como os tiles são sorteados.



A arte é bacana e lembra os euro clássicos.

#GoGamers

domingo, 24 de maio de 2020

Smiths of Winterforge

Nossa, não gostei desse aqui. Achei lento demais. Na real, para não ser injusto, quero jogar a versão física dele, pois achei que a versão digital do Tabletopia estava com uma visualização ruim (e os dados estavam muuuuuito zoados; só rolando números baixos). Smiths of Winterforge é um game onde somos anões forjando itens, armaduras e armas em um reino de fantasia.



Tem um pouco de area control e dice rolling. Você precisa fazer dinheiro para comprar materiais brutos e forjar seus itens. Para forjar os itens você precisa juntar uma certa quantidade de dados de 4, 6, 8 e 12 lados. Essa parte é legal, mas é onde o game fica muito dependente de sorte (principalmente no início da partida).



É possível contratar auxiliares e aumentar sua régua de poder para forjar os equipamentos com mais garantia, mas um resultado ruim de dados atrasa demais seu jogo e arrasta muito o tempo de partida. Jogamos em duas pessoas e a coisa foi longe.



De toda maneira a arte do jogo surpreende. Tem um layout bonito, por isso queria jogar a versão física e ver se é melhor com componentes tangíveis. De toda forma, mais um game conferido para o repertório. Como eu sempre falo: é importante jogar de tudo.

#GoGamers

domingo, 10 de maio de 2020

Hadara

Oooooooooooh joguinho gostoso, galera. Direto e reto: Hadara tem um toque de Seven Wonders que eu adoro.



Cada jogador controla uma civilização evoluindo e vai comprando personalidades que estão disponíveis no tabuleiro central. Há figuras que aumentam o poder de guerra, outras o poder de alimentação. Há também as personagens que incrementam a cultura, a economia e as invenções. O que é legal: há um dial que vai rodando e cada jogador vai comprando cada uma dessas personagens de acordo com seu planejamento de longo prazo.



Cada jogador possui seu tabuleiro individual que vai mantendo o tracking de cada item mencionado anteriormente. É fácil de aprender, muito ágil e - realmente - aberto para muitas estratégias.



A única coisa que eu não curti muito: é realmente difícil de prever a pontuação no jogo (há muitos fatores). Fica difícil de acompanhar se a estratégia dos adversários está funcionando ou se você está avançando no game. Mais um título conferido pré-pandemia.

#GoGamers

domingo, 3 de maio de 2020

Mint Works

Post de número 1540!

Mais um título conferido na quarentena de coronavírus no site Tabletopia. Dessa vez joguei com meu primo João que está morando no Japão (!). Esse tipo de plataforma é muito legal para manter o hobby do boardgame entre amigos que estão longe. =)

Mint Works é um mini worker placement game. É "mini" porque ele (na versão física) vem dentro de uma caixinha de pastilhas de menta (cartas, manual e moedinhas em forma de mints - o único perigo é alguém comer a peça).



Sem novidades na mecânica: há cartas no meio da mesa com habilidades e você precisa alocar seus mints para construir prédios. Quem constrói 7 pontos primeiro ganha o jogo.



A verão física parece legal porque você pode levar no bolso. A partida valeu (apesar do jogo não ter novidade) porque foi fácil de aprender e sair jogando. Tou gostando cada vez da plataforma Tabletopia. Vamos experimentando coisas novas!



#GoGamers

domingo, 26 de abril de 2020

Paranormal Detectives

Um dos últimos games conferidos pré-pandemia de corona. Olha, que jogo legal. Ele tem uma pitada de muitos games bacanas e é daqueles que agrada casuais e hardcores. A história: um personagem morreu e seu fantasma está tentando se comunicar com alguns paranormais do mundo dos vivos para tentar explicar como ele morreu, quem matou, onde aconteceu, com que arma a coisa rolou e a razão da morte. O grande lance é que a comunicação com o além não é lá muito boa e o fantasma só consegue dar pistas usando métodos pouco práticos e isso é a graça de Paranormal Detectives.



Basicamente um jogador faz o papel de fantasma e possui uma carta que tem o roteiro com os elementos que ocasionaram sua morte os quais os jogadores tem que deduzir (aqui lembra o Black Stories). Os players fazem o papel de paranormais e possuem cartas com poderes; cada poder evoca uma habilidade do fantasma que tem que ser bom para tentar transmitir as pistas da maneira mais clara possível.



As cartas dos paranormais permitem que o fantasma: 1) faça três segundos de mímica sobre sua morte; 2) coloque, numa tábua de OUIJA, algumas marcações fazendo uma palavra; 3) tente desenhar com dois arames uma figura; 4) monte três cartas de tarot numa sequência que dê alguma iluminação; 5) desenhe um símbolo nas costas de um jogador para ele adivinhar algo; 6) mexa a boca formando uma palavra sem fazer som. Com tudo isso, a cada rodada, os players vão juntando pistas e anotando em um board com canetinha que apaga.



Os players devem deduzir os fatos antes que os decks acabem para vencer a partida. Arte foda, rápido, incrivelmente engraçado no grupo certo de players e muito divertido. Joguei uma partida e quero jogar mais com mais gente. Já entrou na lista de compras pós-corona.

#GoGamers