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segunda-feira, 22 de junho de 2026

Martes 13

Esse eu adquiri recentemente na loja PlisPlis da Cidade do Panamá 🇵🇦. Martes 13 é um carteadinho filler clássico e bem bacaninha do Knizia que encaixa perfeitamente na categoria de "pequenas caixas, grandes diversões". Lançado originalmente como Poison em 2005, o jogo ganhou essa roupagem nova focada em azar e superstição. Como dizia meu avô: a mesma batata com molho diferente.



O game tem uma mecânica de gerenciamento de mão onde é preciso o tempo todo visualizar a mesa e suas cartas. Na mesa, sempre teremos três pilhas: de gatos pretos, espelhos quebrados e pessoas passando debaixo de escadas. As cartas vão de 1 até 7 e quando alguém baixa uma carta na pilha e passa de 13, deve pegar todas as cartas.



Cartas pegas são pontos negativos, a menos que você tenha a maioria de uma determinada carta. Por exemplo: se um jogador tem a maioria de gatos, ele joga todas as foras. Quem tem outras cartas de gato pontua -1 por cada uma.



O jogo ainda tem a carta de MARTES 13 que pode ser jogada em qualquer pilha. Essa não dá pra se livrar quando é pega e vale -2.

O objetivo é ter menos pontos negativos.

Eu nunca tinha jogado esse clássico e gostei bastante. Feliz de ter na minha coleção. E foi uma lembrança do Panamá.

#GoGamers

segunda-feira, 2 de junho de 2025

Screw UP Bots & Nuts

Potz, não consegui gostar desse aqui. Talvez seja o momento de vida, mas eu não ando conseguindo jogar games assimétricos com cartas com texto que podem soar dúbias. Screw UP Bots and Nuts é um game sobre duas equipes de robôs controladas por uma IA que devem otimizar uma linha d eprodução resolvendo problemas técnicos.



Confesso que achei o visual e iconografia complicadas. É daqueles jogos que, de repente, alguém ganha porque estava com sorte no sorteio de missões pra cumprir.



O game até tem um turno interessante que consiste em recarregar os robôs, trazer um de volta da linha de produção com o bônus e alocar mais robôs. Até tem uma ideia de combate no game, mas que - pelo menos em dois players - não fez muita presença. O game ainda tem uma versão de 2 contra 1 e dupla contra dupla.

Parte boa: o minimalismo de 37 cartas e o preço de R$ 55,00.

#GoGamers

segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

Gnomopolis

Sempre bom prestigiar o tabuleiro nacional. Gnomopolis - dos autores Igor Knop e Patrick Matheus - estava na lista de “quero jogar” faz tempo. Consegui experimentar o game em uma visita na Bodogami em SP.



O game (com arte sensacional, diga-se de passagem) é um título rápido de gerenciamento de trabalhadores e escolha de cartas.



Há uma série de gnominhos que precisam ser transportados da cidade antiga para a cidade nova que está sendo construída. Cada cor indica uma profissão diferente e elas precisam ser combinadas para aquisição de recursos, conselheiros, dinheiro e mais pessoas.



O jogo tem componentes bem legais e eu gostaria de citar a canequinha que faz as vezes de saco de sorteio para montar seu “deck” de gnomos.

Rápido e brazuca.

#GoBrazilianGamers

domingo, 2 de fevereiro de 2020

Welkin

Que jogaço! Welkin me pegou pela mão no manual e já me deixou curioso logo de cara. É um jogo simples, mas com um mecanismo bastante engenhoso de gerenciamento de recursos com temática de fantasia. Está na lista para o top 3 desse ano.



No centro do tabuleiro temos algumas construções fantásticas para erguer. A cada rodada você pode: selecionar uma construção para seu mini tabuleiro (você pode ter duas ao mesmo tempo), gerar recursos (usando um mecanismo que você vira um recurso para poder invocar outro com fichas) e construir a obra (usando os recursos coletados).



O que eu gostei muito foi o sistema de pontuação. No tabuleiro central há uma espécie de "mercado de ações" dos recursos. Quando você pontua você pontua de acordo com o que está em alta ou em baixa no tabuleiro. Por exemplo: se você construiu um prédio que usou dois aços e o aço está com três fichas no tabuleiro, você ganha 6 pontos (que são dinheiros).



A arte do jogo é muito bem feita e o jogo é incrivelmente simples e econômico de componentes (tudo que eu procuro nos jogos hoje). Gostei demais e quero jogar mais esse ano.

#GoGamers

domingo, 17 de junho de 2018

Dinosaur island

Esse aqui é a essência do Jurassic Park, mas deram um nome diferente. Dinosaur Island é um board game de criar dinossauros a partir de diferentes DNAs e transformá-los em atração em um parque temático. O jogo tem muitas coisas interessantes e outras que dificultaram um pouco o gameplay. Vamos falar de tudo um pouco.



Coisas legais: 1) existe uma questão divertida de como cada jogador acumula DNAs básicos e avançados para criar os diferentes lagartões e é preciso prever quais dinos você vai querer criar: quanto mais perigoso o bicho, mais pontos rende a atração; 2) o game tem características temáticas que aderem bem ao gameplay: quanto mais perigoso o dino, maior vai ser o nível de “excitement” do seu parque e é preciso gerenciar o nível de diversão com o nível de segurança; 3) quando seu parque é aberto para visitação terão sempre uns puladores de muro que não vão gerar lucro, para isso é necessário criar uma quantidade de atrações que comportem todo mundo (além dos dinos há lojas, lanchonetes etc.); 4) há diferentes upgrades que você pode fazer nas jaulas e diferentes profissionais que incrementam a sua estratégia; isso, sem dúvida, dá uma boa variada a cada game.





Coisas não-legais: 1) layout e cores: fazia tempo que não jogava um game que o layout do tabuleiro e a escolha de cores atrapalhava a jogabilidade; Dinosaur Island teve isso: me confundi com os ícones e cores ficando meio confuso toda hora na minha rodada; 2) detalhezinho bobo, mas o game só tem miniaturas de triceratops; poderia ter pelo menos mais duas diferentes para facilitar a visualização no tabuleiro (já que os dinos são divididos em herbívoros, carnívoros de pequeno porte e grande porte).



Eu adoro dinossauros e foi legal experimentar esse aqui. É um pouco longo (duas horas), mas bem empolgante. Valeu conhecer, mas ainda na temática de dinos eu prefiro o EVO. E jogar esse game me fez lembrar de um dos dias mais felizes da minha vida quando visitei o Museu de História Natural de NY pra ver os fósseis mais incríveis do mundo.



#GoGamers