segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Red7

Red7 é um game bem bacaninha que foi lançado pela Paper Games aqui no Brasil. A mecânica é muito simples: há 7 cores de cartas no baralho, cada uma com um poder distinto (que é uma condição de vitória). A carta que fica no meio da mesa dita a condição de vitória e todo mundo vai tentando jogar cartas que cumpram essa condição.



Se a carta no meio diz "a carta mais alta ganha", quem tiver o maior número na mesa vence o jogo. No entanto, se alguém cobrir essa carta com uma que diz "quem tiver maior número de cores ganha", a regra muda e o objetivo também. Tudo gira em torno da condição de vitória no centro da mesa e das cartas que os players jogam em seus turnos.É muito rápido e bem divertido. Vale a pena.

#GoGamers

domingo, 27 de novembro de 2016

51st State

Esse aqui tem um estilão Mad Max. 51st State é um card game sobre um futuro distópico que gangue lutam pela supremacia de poder, prédios, veículos, armas e soldados. É na pegada do Imperial Settlers (aliás, acho que é do mesmo autor). Você é o comandante de uma facção e deve montar sua estrutura de poder com cartas que geram recursos. Diferente do Imperial Settlers, nesse aqui você só coloca cartas do lado direito do seu mini board e deve usar estes recursos para ganhar pontos.



A parte de atacar cartas do oponente é a mais legal do game. Quando você destrói algo de um amiguinho, fatura recursos e/ou pontos de vitória. É possível fazer uns combos cabulosos com as cartas e a gangue certa.



Eu tenho um problema particular com esse tipo de game: a mesa fica uma confusão visual e tem um momento que eu não sei mais o que estou fazendo. Eu olho para as cartas de oponentes que dão pontos de vitória e foco nelas para destruir e alavancar a vitória. Eu sei que é da dinâmica/mecânica do game a grande quantidade de cartas enfileiradas, mas - para mim - é um atrapalhativo forte.

Jogamos em três e rendeu boas risadas. Não jogaria de novo, mas curti a temática e a arte do game.

#GoGamers

terça-feira, 22 de novembro de 2016

NOVE anos de Game Analyticz

Leitores e leitoras, é com muita felicidade que compartilho o aniversário de nove anos do Game Analyticz. É isso mesmo! Em 22 de novembro de 2007 eu inaugurava o blog com três posts: um de boas vindas, um sobre Star Wars Miniatures e outro sobre o jogo Alhambra. O blog surgiu junto com a Ludus Luderia e estamos juntos falando do mundo lúdico desde então.



Legal demais ver um projeto pessoal desses continuar caminhando. Por conta do blog já dei palestra, fechei consultoria em empresas, conheci gente legal e bati papos incríveis com quem gosta e produz games no Brasil. Ano que vem a comemoração será em grande estilo. Dez anos é bastante coisa.

E está chegando novidade em breve por aqui!

Gostaria de agradecer a todos os leitores e leitoras que acompanham e compartilham o conteúdo. Valeu!

Parabéns GAME ANALYTICZ!

#GoGamers

domingo, 20 de novembro de 2016

Dungeon Fighter

Esse aqui já tem versão brazuca trazida pela Galápagos. Dungeon Fighter é um jogo de humor e habilidade. Definitivamente não é um jogo pra ser levado a sério; é pra beber e passar vergonha coletiva com os amigos. O game é colaborativo e cada jogador comanda um herói em uma masmorra enfrentando monstros.



As criaturas devem ser abatidas rolando dados, mas não é tão simples: é preciso fazer o dado quicar na mesa e depois acertar uma das zonas do tabuleiro-alvo que indica os danos produzidos com o ataque. Algumas criaturas te obrigam a jogar o dado com o cotovelo, outras com a testa, de olhos fechados, rodando e por aí vai.





Conforme o jogo avança, os monstros vão ficando mais fortes. No final há um chefão secreto que demanda o uso de todos os recursos acumulados. Um detalhe importante: o game é colaborativo. Cada jogador pode morrer duas vezes. Se alguém, por acaso, tiver a terceira morte o game acaba e todo o time perde. Logo, é importante jogar em equipe trocando equipamentos e usando com sabedoria os poderes de cura.

Casualzão e divertido.

#GoGamers

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Pokémon card game

O jogo mobile do Pokémon foi, sem dúvida alguma, o grande hit lúdico dos smartphones desse ano. Agora já passou um pouco o afã da brincadeira, mas - certamente - você deve ter visto gente andando pela cidade atrás das criaturinhas virtuais. Eu confesso que baixei só pra dar uma olhadinha, mas estou brincando até agora (chegando perto do nível 26). Apesar de toda a mídia só falar sobre o feature de realidade ampliada, o grande ponto do mobile game é a geo localização que faz com que você saia andando, pegando os pokémons e lutando em academias (exatamente o que as personagens fazem no desenho). Aproveitando a onda, acabei comprando dois decks na banca de jornal perto de casa pra dar uma sacada no card game (que eu tinha jogado muitos anos atrás).



Há muito tempo atrás meu amigo Big me apresentou o card game. Lembro que perdi duas partidas sem conseguir fazer nada e achei o jogo um tanto tolo. Com todas as coleções que saíram de lá pra cá, pelo visto, a cara do jogo mudou muito. Ele é um "Magic like" que você baixa criaturas e tem que usar energia (mana) pra ativar os poderes dos bichinhos. É bem simples e reúne todo o imaginário do desenho nas cartas. Além dos pokémons, há cartas de itens, treinadores e ginásios que vão compondo a estratégia de cada baralho. As energias, de diferentes cores, são os tipos de pokémons que jogam (ar, água, fogo, psíquico etc.).



A COPAG está responsável pela edição brasileira com acabamento sensacional. O card game já tem uns bons anos de mercado e não para de conquistar jogadores. Valeu comprar e jogar esse aqui de novo para tirar o ranço que tinha ficado lá atrás.

Fora que o card game é uma aula de branding junto com o jogo para smartphones. Este case foi um que discuti muito com meus alunos na sala de aula esse semestre.

#GoGamers

domingo, 6 de novembro de 2016

Stonehenge: The High Druid & Chariots of Stonehenge

Mencionei em um post anterior o game Stonehenge que é um "cinco em um". Com os mesmos componentes joga-se cinco games diferentes. Recentemente joguei dois deles The High Druid (do Bruno Faidutti) e Chariots of Stonehenge (do Mike Selinker). Vou falar um pouquinho de cada um nesse post e dar notas de um a cinco.

The High Druid

Decepção total esse aqui. Um jogo de votação para eleger o grande druida do conselho. A mecânica é bem esquisita e tem uns desempates bizarros que acabam privilegiando o jogador que nada fez no game. Talvez precise jogar mais para compreender as "sutilezas", mas de cara não empolgou nada. Usa poucos componentes do pack e essa simplicidade acabou ficando ruim. Nota: 1.



Chariots of Stonehenge

Esse aqui é mais divertido e criativo. Uma corrida de seres alienígenas que estão montando as pedras de Stonehenge. Você vai avançando numa trilha e colocando obstáculos tentando chegar primeiro na reta final. Estratégico na medida. Nota: 3.



Vou postar os demais jogos futuramente. Imagens do BGG.

#GoGamers

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Game Changers: Um Documentário Sobre A Indústria Brasileira De Games

Opa! Notícia boa na área: saiu ontem o documentário GAME CHANGERS. Patrocinado pela Vivo, o projeto é uma imersão sobre o mercado brasileiro de games. Há diferentes enfoques: e-sports, youtubbers gamers, estúdios indies, gaming studies e muito mais.

Fui convidado para participar dessa produção e é com muito orgulho que compartilho aqui no Game Analyticz em primeira mão o conteúdo:



Eu participo em duas partes distintas do documentário: opinando sobre o desenvolvimento de games no mercado brasileiro e falando um pouquinho sobre a área acadêmica e de pesquisa de games. Compartilho a seguir os materiais, mas convido os leitores e leitoras do blog a clicar aqui e assistir a todo o material.

Desenvolvedores brasileiros:



Quem estuda games no Brasil:



Muito legal!

Estou esperando o convite para o próximo! Baita projeto! Vivo mandou muito bem na iniciativa.

#GoGamers