Mostrando postagens com marcador blefe. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador blefe. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Bang! Te Peguei!

Bang! Te Peguei! é mais uma caixinha da linha micro da Paper Games. Eu achei bem bobo. É um game dividido em duas partes: na primeira, os jogadores recebem 4 cartas (elas vão de 1 até 6); joga-se as cartas e verifica-se quem ganha (número maior leva todas, 1 ganha de 6 e quando cartas iguais são jogadas - quem jogou diferente leva).



A segunda parte é um push your luck. Há um deck com seis cartas de click e uma de bang. Você abre uma carta, se sair bang, você está fora. Acho que tem uma alusão a rolata russa aqui.



Na fase de revelar, você pode queimar uma carta sua para reembaralhar o deck de tiro ou pode gastar um número de cartas igual ao número de jogares vivos para pular sua vez. Se você não tem cartas, pode tentar comprar duas cartas de tiro, se saírem dois cliques, você ganha o número de cartas igual ao número dos oponentes vivos de um jogador.

É bem bobinho mesmo.

#GoGamers

terça-feira, 1 de setembro de 2026

O Rei das Sombras

Mais um da linha Micro da Paper Games que, eevo confessar, foi o que menos gostei de todos os que já joguei. O Rei das Sombras (no original, Le Roy des Ribauds) é um pelo designer Erwann Ricord, mas o que é realmente legal dele mesmo são ilustrações do Ronan Toulhoat.



O game é um duelo tático entre 2 jogadores que utiliza um baralho enxuto de apenas 16 cartas.

Ambientado na atmosfera conspiratória de uma corte medieval repleta de espionagem e traições, a disputa exige gerenciamento de mão, blefe, dedução e controle de memória: cada carta baixada pode ocultar uma armadilha, expor uma ameaça ou virar o jogo, onde a chave para atingir uma das condições secretas de vitória e tomar o poder é saber ler perfeitamente as intenções do adversário e rastrear cada movimento na mesa.



As condições de vitória são: ter três reis abertos na sua vez na mesa, ter três rainhas na mão ou colocar dois assassinos entre uma carta de rainha/rei/cavaleiro.

Achei o manual terrível, apesar da simplicidade do game. Mais um que vou sortear na aula de game design. E 2026 segue sendo mais um ano do mais puro suco de card game!

#GoGamers

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

6 Suspeitos

Joguinho da linha Micro da Paper Games assinado pelo grande Bruno Faidutti e que diverte de 2 a 6 pessoas.



O objetivo do jogo é descobrir quem é o verdadeiro culpado entre seis suspeitos numa fila organizada na mesa, utilizando mecânicas de memória, dedução lógica e blefe em partidas de uns 10 minutos.



O micro game entrega uma experiência minimalista em em um baralho enxuto de apenas 18 cartas — sendo 6 de suspeitos e 12 de evidências.

Achei bacaninha. E como custa 27 reais, acaba sempre valendo a pena conhecer. Não vou guardar na coleção esse. Vou sortear na aula de game design.

#GoGamers

domingo, 23 de agosto de 2026

Meio a meio

E vamos para mais um da linha pocket da Paper Games. Meio a Meio é um joguinho hiper mega casual que envolve blefes e adivinhação. No deck básico há bananas, bananas verdes e cocos. No turno de um jogador, ele compra duas cartas sem ver e mostra para o oponente da esquerda/direita e essa pessoa deve olhar para as duas imagens e, em seguida, o jogador diz o que vê em cada carta, uma por vez na sequência, primeiro a carta da esquerda e depois a carta da direita, de acordo com o ponto de vista do jogador que está vendo a frente das cartas, seguindo as 3 regras a seguir: A) ele deve descrever cada carta com um número e um tipo de fruta ou objeto; B) ao menos uma das duas descrições deve ser verdadeira; C) ele não pode mentir sobre as 2 cartas e não pode dar a mesma descrição para as 2 cartas.



Bananas são pontos positivos, bananas verdes valem zero e quem tem a maioria de cocos no final da partida ganha a carta de banana split que vale 9 pontos. Aí, para dar uma variada, o jogo vem com algumas cartas extras: mangas, pimentas, máquina fotográfica, bombas e cactos. Para partidas avançadas, escolhe-se duas variantes.

A partir daí, o jogador que segura as cartas deve escolher qual carta pegará para si e qual dará para o oponente que deu as dicas. Esse exmplo do manual traduz bem a mecânica:





Esse é pra levar para o bar.

#GoGamers

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

O SELO CARTEADO está chegando no mercado e tem jogo novo meu na área!

Em março desse ano está chegando no mercado de jogos analógicos uma iniciativa sensacional: o SELO CARTEADO, uma editora independente capitaneada pelo meu amigo Maurício Torselli e que vai colocar materiais finíssimos para quem curte card games (especialmente os fãs de vaza, climbing e blefe).

A editora já chega com três títulos primorosos:

1.DUVIDAÊ: esse aqui é assinado pelo Torselli e por mim. É escalada com blefe e aquela clima bem gostoso de humilhar o amiguinho com jogadas épicas. A arte ficou por conta de Marcelo Braga nesse aqui que é o número 1 da coleção.



2.TRUNFOS E TESOUROS: esse aqui é uma vaza bem legal e é a estreia de Mauro Fernandez e Amábili Vieira no game design. Piratas, Kraken e tesouros comandam a temática desse título que teve a arte feita por Marina das Artes e Arthur Lacerda.



3.DOPPELGANGER TRICKS: esse aqui veio lá do Japão e é o primeiro título gringo da coleção. Assinado pelo Mashiu da Mashiu Games, esse carteado é uma vaza com uma pegada bem diferente.



Pra quem curte colecionar, as caixas estão demais. Vai ficar sensacional na mesa e na sua ludoteca. Aguarda que a pré-venda já vai começar!

#GoGamers

sábado, 7 de dezembro de 2024

Cat Poker

Esse aqui é curioso e bem difícil de achar. É tranquilo fazer uma versão caseira, no entanto. 



No jogo há cartas com letras de A até G. Na sua vez, você deve comprar do monte, descartar uma carta na mesa ou comprar do descarte de um outro jogador. Quando uma carta A é jogada, todo mundo passa uma carta da mão para o player da esquerda.



Daí vem quem ganha o jogo: é possível ganhar jogando exatamente algumas combinações de letras. As mais difíceis são com duas cartas porque você precisa ter descartado várias para ficar só com duas na mão (e sempre tem carta A te empurrando o que você não quer).

É simples e mais um game de autor japonês.

Estou gostando de conhecer esses títulos.

#GoGamers

domingo, 4 de novembro de 2018

Broom Service

Pick and delivery com gerenciamento de personagens e suaves doses de blefe; acho que essa pode ser uma boa síntese desse game no qual players fazem o papel de bruxas, fadas, druidas e duendes que precisam produzir e entregar poções em um reino encantado.



O game, apesar de ser de 2015, tem um visual de euro do começo dos anos 2000. De certa forma, me trouxe reminiscências do clássico Elvenland.

Em Broom Service cada player possui um deck de 10 cartas com as mesmas dez personagens: 4 bruxas que voam para territórios distintos (colina, montanha, floresta e planícia) para entregar poções; 2 druidas que entregam poções sem se locover; 3 duendes que fabricam os três tipos de poção do game (laranja, roxa e verde); 1 fada que remove as tempestades do tabuleiro.



Cada uma das cartas possui um poder corajoso e um poder covarde. O poder covarde é realizado na hora e é garantido. O poder corajoso só é realizado se nenhum outro jogador tiver escolhido a mesma carta na jogada. Aqui entra o blefe mais pesado do jogo. Para entender: se um player joga uma carta de BRUXA DA FLORESTA e usa o poder corajoso (que sempre garante poderes melhores) se outro jogador possui a mesma carta escolhida para aquela rodada deve baixar e anular a jogada do primeiro jogador. Como se joga em até 5 players é possível um ir anulando o outro.



Joguei a versão lançada pela Grow recentemente no Brasil. Na busca pelas regras em vídeo acabei achando essa galera bem legal do canal “Bafo de Dragão”. Para quem quiser, seguem as regras mais detalhadas pela dupla:



#GoGamers

domingo, 14 de agosto de 2016

Antidote

Pô, legal esse aqui. Simples de tudo, mas divertido. Antidote é um card game de blefe e dedução. A história é a seguinte: deu uma mega merda em um laboratório e todos os jogadores estão contaminados com algo letal; a missão é descobrir o antídoto, mas só uma cor é a certa. Através de uma mecânica de trocar cartas e blefar com resultados neutros é possível sacar qual cor é a certa.



Tem um sistema bom de desempate que é o de cartas numeradas de um a cinco. Logo, se dois ou mais players acharam o antídoto, vai ganhar quem tiver a carta mais alta. Mesmo esquema que usei no meu game One Legged Zombie Chicken. =)



Joga bem de 5 pessoas. É bem rápido (partidas de 10 minutos) e com replay alto. Jogamos três partidinhas e foi boa a experiência.

Imagens do BGG.

#GoGamers

domingo, 24 de abril de 2016

CODENAMES

Vlaada Chvátil ruleia! Papagaio, que belo jogo esse CODENAMES. É a mais recente aquisição para minha ludoteca. Baita jogo simples, perfeito pra jogar de galera e com uma mecânica divertidíssima. Vamos falar um pouquinho dos pontos principais do game.

CODENAMES é um jogo de associações. Joga-se em duas equipes: cada uma tem um "spy master" que vai tentar fazer os agentes de campo adivinharem os codenames espalhados na mesa.



Como funciona: sorteia-se 25 cartas e monta-se um grid de 5x5 na mesa. As cartas possuem palavras. Os spy masters pegam uma carta secreta que indica no grid onde estão as palavras que precisam ser adivinhadas. O objetivo do jogo é tentar fazer que seu time adivinhe o máximo de codenames por rodada. O detalhe importante é que você só pode falar uma única palavra relacionada ao codename para que seus agentes tentem descobrir.



Vamos imaginar o seguinte: uma das palavras que meu time precisa adivinhar é "PREGO". Logo, posso falar "MARTELO" para que meus agentes apontem a palavra e marquem o ponto. No entanto, pode haver uma múltipla escolha; se duas palavras que meu time precisa adivinhar são "TIGRE" e "TUBARÃO" eu posso falar "ANIMAIS 2" para que duas possíveis escolhas sejam feitas. Quem coloca todos os agentes no grid, ganha a rodada. Logicamente, isso é só uma simplificação das regras (o game tem mais regrinhas bem legais).

Só para pontuar: a mecânica é parecida com a do emblemático jogo MEGA SENHA que passa na Rede TV, saca só:



É excelente. Muito divertido e não precisa de house rules para ficar legal. A seguir, um fast review em vídeo do game que eu fiz no trem voltando de Viena para Bratislava.



Vai render bem nas aulas de game design e nas palestras. Imagens do BGG.

#GoGamers

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Spooky Stairs

Jogo infantil muito, mas muito bacana. Joguei no Game Lab da ESPM e achei muito inventivo. Como funciona: cada jogador tem um peão e deve chegar com ele no final da escada, para isso rola-se um D6. No entanto, quando sai a face do fantasma o peão deve ser coberto com uma "capa" de fantasma. A partir desse momento, não se vê mais a cor que está ali.



O legal é quando todas as peças ficam cobertas começa uma batalha de memória para lembrar qual o sua cor. Quando um jogador está com a peça coberta e tira a face do fantasma no dado, pode trocar dois fantasmas de lugar ou trocar a cor com outro jogador.



Conforme o game avança, as peças vão mudando de lugar, de cor e é normal ficar perdido. É muito bacana, rápido e com componentes nota 10. Para quem não entendeu direito a mecânica principal, segue um bom vídeo resenha do game:


E 2015 tá acabando! Logo menos teremos a RETROSPECTIVA LÚDICA aqui no Game Analyticz!

#GoGamers

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

COUP

Eu comentei que gostei muito do card game LOVE LETTER pela sua simplicidade em termos de mecânica e componentes em um post de umas semanas atrás. Recentemente, na casa do amigo Torselli, joguei outro card game simples que ficou acima do LOVE LETTER em termos de diversão, mecânica e simplicidade. Estou falando do COUP.



O game tem uma temática de famílias em guerra, blá, blá, blá e blá, mas - de verdade - pode ser jogado com um baralho comum se for o caso. Coup possui 5 tipos de cartas e o deck é formado com três de cada uma. É isso mesmo, o game é jogado com apenas 15 cartas e - acreditem - é bem divertido.



Resumidamente, cada jogador possui duas cartas na sua frente e pode olhar quais são elas a todo momento. Na sua vez ele declara um personagem e realiza a ação do mesmo. Se for contestado por alguém, deve revelar a carta e A)se estiver mentindo perde a carta; B)se for verdade o acusador perde uma carta. Quem perde os dois personagens sai do game e o último a ficar na mesa leva a vitória.

Os poderes de cada personagem são legais e permitem que um jogador compre moedas, mate um personagem, fuja da morte, troque de cartas, etc.

Para quem quiser fazer um print and play basta clicar aqui para pegar as cartas no BGG. E basta clicar aqui para ler as regras no BGG também.

Enjoy!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Love Letter

Love Letter foi o jogo que fez a alegria da galera na semana passada. O card game é simples, compacto e usa apenas 16 cartas e alguns cubinhos para marcar pontos. A história é boba, mas a mecânica é bem legal; basicamente os players devem entregar quatro cartas de amor para a princesa e quem faz isso primeiro ganha.



A cada rodadas os players ficam com uma carta na mão e devem baixar outra na mesa. Assim que a carta é colocada seu poder deve ser ativado. Há poderes de "cantar" a carta de um oponente para este não jogar, ver a mão de um adversário, trocar cartas da mesa, etc. São 8 poderes espalhados por 16 cartas que geram combinações bastante interessantes. Love Letter permite 3 a 4 players e possui uma arte legalzinha.



Jogamos uma partida super equilibrada e bem interessante em quatro players. O game chama a atenção pela maneira que o autor conseguiu sintetizar sua essência em tão poucas cartas. Vale muito imprimir as cartas, ler as regras e jogar uma partida demo para sacar a dinâmica do jogo.

Sucesso pro autor que criou o título! Imagens do BGG.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Mascarade

Semanalmente eu jogo com um seleto grupo de amigos. A média de presença é de 4 a 6 players normalmente. Porém, de vez em quando aparece todo mundo que é convidado e fica difícil de juntar todos no mesmo game. A solução é procurar games como Mascarade do Bruno Faidutti, que comporta de 2 a 13 players num exercício brilhante de sacanear o alheio sem dó. Comprei esse aqui recentemente e jogamos uma partida com grupo pequeno, mas que já sinalizou que vai ser um favorito para quando estiver a turma completa.



Mascarade é um jogo de papéis secretos. Cada jogador possui uma carta com um personagem e um respectivo poder. Na rodada de um player é possível fazer uma de três ações: trocar (ou não) sua carta secretamente debaixo da mesa com a carta de outro player, olhar seu personagem e declarar um poder.



Declarar um poder é a chave do game. Um player pode declarar um poder mesmo sendo outro personagem ou mesmo sem saber que carta possui na mesa. Se ninguém contesta, o player consegue utilizar o poder de um dos 13 personagens disponíveis. Quando alguém contesta, as cartas são reveladas e penalidades ou bônus são aplicados. O blefe do jogo é todo passado nesse movimento do game.



É casual e bom pra jogar bebendo com os amigos. A arte é bem legal e o game é um arauto do caos. Imagens do BGG.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Diabolo

Depois que joguei este game, fui atrás de mais informações e acabei descobrindo que tenho alguns títulos do autor Michael Schacht. Diabolo é daqueles card games com números e temática genérica. A mecânica é de blefe e hand management.



A ideia é uma luta entre o inferno e o céu, mas poderia ser qualquer coisa no contexto,como apontou sabiamente o amigo Snow. Em Diabolo uma trilha de cartas coloridas é montada na mesa. Os jogadores devem jogar suas cartas com números do lado diabólico ou do lado angelical (representados por um tridente e uma harpa).



Quando cinco cartas são colocadas em uma das cores, esta área é "trancada"(a carta é virada em uma imagem de cadeado com correntes). Ao trancar duas cores, um round acaba e os pontos são contabilizados; nesse momento os jogadores revelam as cartas da mão para contabilizar pontos.

A contagem de pontos é curiosa. Ao revelar as cartas que sobraram na mão, o jogador com maioria de pontos restantes de cada cor leva a pontuação da mesa. Porém, se a maioria de cartas de uma cor na mesa está do lado do céu, ganha-se pontos positivos; se estiver do lado do inferno são pontos negativos.

Esse foi adquirido pelo amigo Big e agradou na medida. Jogamos uma partida em quatro players e merece um repeteco, pois é bem rápido (20 minutos).

Imagens do BGG.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Mafia

Título de autoria do Renato Silva Sasdelli da Galápagos Games e com arte assinada pelo amigo Fábio Michelan da COPAG. Joguei na Ludus e me diverti bastante com o card game. Leve e ideal para jogar entre games pesados. A mecânica é de blefe e garante boas risadas.



Publico na integra o texto descritivo do jogo direto do BGG:

The Mafia has never been stronger: assaults, ambushes, and smuggling are happening throughtout the streets. But the police is not playing around! Infiltrated police officers will attempt to sabotage Mafia missions at all costs to show who's the real boss of the city.


At the beggining of the game, players receive secret goals: mafia or police. The first ones should complete the missions, while te second ones should force them to fail (secretly). When 4 missions have suceeded or failed, the game ends.


During the whole game, 2 missions remain open at the table, and different characters are assigned to them. Each mission has a number value, a color and a quanitity of cards necessary to complete it. Players who are at the mission can contribute (or not) to it by secretly playing action cards at it.


All action cards may be used to contribute for missions or may be used as an action. There is a wide variety of actions, such as adding or removing a character from a mission, buying more cards, forcing a player to lose cards, block a player's turn, etc.. but remember:


In the underworld of MAFIA, you never know whom you can trust!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Pack of flies

Uma versão moderna (e bizarra) do tradicional jogo de palitinho. Pack of Flies é um game de dedução e blefe onde os jogadores tentam adivinhar quantas moscas cada um apostou na rodada para tentar levar uma carta especial.

É isso mesmo, caro leitor, cada player possui moscas plásticas que deve apostar em segredo toda rodada. Todo mundo revela a aposta simultaneamente e quem chegou mais perto leva a carta da vez.

As cartas podem ser boas (pontos positivos) ou ruins (pontos negativos que são dados para oponentes). Além disso, há cartinhas com poderes especiais (e a mosca azul que dá bônus). Tem até uma carta com desenho de delicadas fezes (!).

O jogo é uma tranqueira, mas vale pelo pacotinho de moscas de plástico. Comprei pela bagatela de dois euros.