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terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Crazy Tower

Sabe aquele game que dura uns breves minutos e é a saideira da noite? Crazy Tower é um desses.



Uma mistura de Jenga com Rhino Hero. Jogue as cartinhas e coloque suas peças nos espaços em branco. Espaços vermelhos não contam.

É preciso bater a mão ou evitar que caia tudo.

Há poderes especiais com os quais pode-se jogar de novo, trocar peças com oponentes, pegar peças de outros andares etc.

For fun total. Pecinhas de madeira bem legais. Já tem versão nacional da Galápagos.

#GoGamers

domingo, 20 de outubro de 2019

Slide Quest - the video game board game

Eu sempre falo isso e vou repetir aqui: se você quer ser game designer tem que jogar de tudo. Recentemente, eu até dei uma entrevista falando disso. Nessa vibe de jogar de tudo conheço de tudo também. A última coisa curiosa que conferi foi Slide Quest.



O jogo é divertidíssimo. Ele é colaborativo e, tal qual em videogame, tem fases diferentes que vão sendo trocadas em Um tabuleiro cheio de furos.



A brincadeira é muito simples: cada jogador vai manipulando uma pequena alavanca que mexe o tabuleiro em quatro sentidos diferentes. O objetivo é levar a personagem de um lugar para o outro evitando os buracos e evitando os perigos. Dá só uma olhada nesse vídeo a seguir para entender melhor a jogabilidade:


#GoGamers

domingo, 16 de junho de 2019

Swordcrafters

Sabe aquele jogo que mecanicamente não é bom, mas que com a quantidade certa de vinho fica legal? Pois é, Swordcrafters cai nessa categoria.



Na real Swordcrafters é uma tranqueira de montar uma espada usando tiles. É isso mesmo, há um pool de tiles que vamos construindo lado a lado em nossos cabos. Os tiles possuem gemas que, quando combinadas de maneira correta, matam monstros que estão na mesa.

Enfim, imagens falam mais do que palavras:









Diversão sem limites. O mais legal é jogar essas merdas com as pessoas que entram no mode "role playing" para interpretar a brincadeira.

#GoGamers

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Exploding Kittens

Eu sempre uso esse card game de exemplo nas minhas aulas para falar como o financiamento dele no Kickstarter foi um sucesso. No entanto nunca tinha jogado (e oportunidades não faltaram).



No entanto, na recente vinda para a Bratislava, tive a oportunidade de jogar essa pérola no icônico DUNGEON PUB.



Exploding Kittens ganha pelo nonsense. Os players tem que jogar cartas ativando poderes e sempre evitando pegar a carta do gato explosivo. Em termos de mecânica é muito simples, mas em termos de temática conquistou quem apostou na brincadeira.



O grande lance do game é ler os textinhos com as imagens absurdas. Se eu pudesse definir esse game seria uma piada em forma de cartinhas. É divertido pra jogar de galera. Eu não compraria, mas gostei de jogar.

#GoGamers

domingo, 25 de novembro de 2018

Attack of the jelly monster

Um game que, na minha opinião, a narrativa ficou mais interessante que o gameplay em si. Sei lá, meu santo não bateu com esse aqui. Não sei se foi o manual que eu não achei muito claro ou se foi a jogabilidade ligeiramente caótica e confusa. Em Attack of the jelly monster o planeta está sendo atacado (como diz o título) por um monstro gelatinoso alienígena. Os players precisam coletar amostras do seu corpo para estudar e desenvolver uma arma eficiente.



A cada turno todo mundo faz uma rolagem com sete dados simultaneamente e vai alocando no tabuleiro central para tentar conquistar mais amostras. O grande lance é que é preciso ter números altos para ganhar os benefícios, mas números baixos podem anular dados dos oponentes ou até mesmo modificar o bônus em cada área do tabuleiro (para mais ou para menos).



A confusão vem dessa rolada de dados caótica que, muitas vezes não dá pra ver o que está acontecendo. Pode ser que alguém tire seu dado do tabuleiro sem você ver. Entendo que o lance de usar esse tempo simultâneo faz parte da brincadeira, mas não me envolveu.



No entanto, há algumas sacadas boas como girar o tabuleiro tentacular para que, a cada rodada, todos tenham acesso às diferentes áreas disponíveis. A arte é muito bacana também e já tem versão nacional pela Galápagos.



Eu vou jogar de novo a semana que vem. Quero ver se mudo minha opinião.

Pra quem quiser conferir com mais detalhes, tem uma resenha marota do Tom Vasel:



#GoGamers

domingo, 16 de julho de 2017

Rhino Hero

Esse aqui eu joguei na festa do congresso DIGRA 2017 que aconteceu em Melbourne (Australia). Como bom party game, fez a alegria de todos que estavam presentes. É um Jenga 2.0. Os players devem empilhar os andares dos prédios; para isso usam tiles de parede e de chão. No tile de chão há a instrução sobre como a parede deve ser colocada. O tile de chão também tem "poderes" que te fazem colocar um tile extra, inverter a rodada etc.

Também é preciso ir posicionando a peça do rinoceronte (que é pesada) entre os andares quando é solicitado.



A versão que joguei é a que tem componentes gigantes, mas há a versão de mesa também. Olha a alegria da criançada:





Já achei e comprei a versão de mesa para a coleção. Fora que é mais um excelente material para usar nas aulas e cursos de game design.

Essa trip rendeu boas referências e ótimos contatos!

#GoGamers #GoDIGRA

terça-feira, 11 de julho de 2017

The little book of drinking games

Post rapidinho pra comentar sobre esta pérola da literatura lúdica: um livro com diferentes mecânicas para drinking games.

























Algumas mecânicas são realmente criativas como esta aqui:

























Ideal para jogar com seus amigos cachaceiros. Por sinal, comprei este aqui de presente para um amigo meu que é chegado numa cerveja.

#GoGamers

domingo, 18 de junho de 2017

Mouth trap

Nova aquisição para a ludoteca e, acredito eu, um bom exemplo para usar em aulas. A caixa já explica tudo: coloque o aparato que impede que seus lábios fechem e leia uma frase para os demais jogadores. Quem adivinha certo marca ponto, quem erra paga castigo (as cartas de castigo, em geral, te obrigam a passar vergonha compartilhando barbaridades nas redes sociais).



É besta, mas com a quantidade certa de álcool fica bem divertido. Olha o naipe da brincadeira:



No manual tem um "alerta" para higienizar os separadores de silicone para evitar contaminação. =)

Bizarro, mas um bom exemplo de como usar componentes inusitados para criar um gameplay. Único problema: os textos que você tem que ler para sua equipe foram pensados na língua inglesa e dão ênfase para construções labiais. Para jogar em português, creio que terei de fazer uma bela adaptação.

#GoGamers

segunda-feira, 5 de junho de 2017

CV

Esse aqui foi uma boa surpresa apresentada pelos alunos da aula de análise de jogos que ministro na ESPM no curso de Sistemas de Informação (TECH). É um game sobre sua evolução profissional e pessoal, o "CV" do título vem de "curriculum vitae". Foi lançado aqui no Brasil pela editora Conclave.

Em CV cada player está evoluindo como pessoa em seus diferentes aspectos. Diferentes decks de cartas com fases da vida vão dando o tom do game. Todos começam com alguns fatos da infância que já serão definidores de personalidade e carreira.

A partir disso, vamos usando recursos sociais, dinheiro e intelectual (que saem nos dados e nas cartas) para comprar os pedaços que irão compor nossa história.



Eu comparei esse ao Dixit. Não em termos de mecânica, mas que faz toda diferença o grupo que joga com você. Se todo mundo for fazendo um role playing das cartinhas que vão montando sua vida e CV, o jogo fica bem mais legal. A mecânica é muito simples: você faz roladas de dados e vai separando até sair um resultado que te permita comprar uma ou mais cartinhas. Tem uns fatos bem específicos, como estes aí:



No decorrer da vida, as cartas vão se sobrepondo e só vale a última que está a mostra para efeitos de conseguir recursos. No fim, todo mundo tem uma carta secreta de objetivo e uma tabela para verificar a pontuação. É um excelente exemplo de como um conteúdo bem projetado faz o jogo. Já virou estudo de case das aulas.

#GoGamers

segunda-feira, 27 de março de 2017

Sushi Go Party

Esse aqui eu joguei em Santiago (Chile) no Dos De Seis Board Game Café. O Suhi Go Party é um upgrade do game Sushi Go (com mais cartas e mais possibilidades). Joguinho casual/party bem bacaninha e com uma arte divertida. O game trabalha com mecânicas de set collection, gerenciamento de recursos da mão e ações simultâneas.



A cada partida, monta-se um tabuleiro com as comidas que serão feitas naquela partida. Há sushis, makis, tempurás, giozas e tudo o mais que se encontra em um bom rodizião japonês. Cada comida tem um set de cartas que irá fazer parte de um grande deck.

Este grande deck formado por cada um dos sets de comida é dividido igualmente entre os players. A cada rodada, baixa-se uma carta na mesa e passa-se a mão para o jogador da direita. Ou seja, é preciso gerenciar o que você vai colecionar na sua mesa e o que vai passar para a frente. Há cartas que penalizam se não são colecionadas em quantidade, outras que só marcam pontos mediante certas combinações e por aí vai.

Jogo legal para usar em aulas/workshops de game design. Já gostei e quero comprar para usar em aulas.

#GoGamers

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Potion Explosion

Eu já escrevi aqui no blog que tenho cada vez menos saco/paciência para longos jogos de estratégia com milhares de componentes e regras. No entanto, fico cada vez mais curioso para descobrir novos jogos casuais, abstratos e family games. Essa semana joguei o Potion Explosion e me diverti horrores com a ideia, simplicidade e uso estratégico de componentes do game. Gostei tanto que acabei comprando a versão nacional da Galápagos para a coleção.



É um game de alquimistas/magos fazendo poções. Para criar as ditas cujas é preciso de componentes que são bolinhas de gude coloridas. Para conseguir as bolinhas você deve coletá-las de um aparato bem sofisticado que é um "dispenser" de papelão (muito bem arquitetado por sinal). Quando você tira uma bolinha e forma uma combinação de três cores iguais na sequência, combo! Se mais duas se juntarem, outro combo. Quanto mais bolinhas, mais poções montadas. Quanto mais poções, maiores as chances de usar poderes especiais e pontuar mais.



Os poderes das poções são legais e aumentam a dinâmica do game. O game é um excelente exemplo para ser usado em aula de game design ou análise de jogos. Tá tudo ali: o fator diversão, a temática bem construída junto com os componentes, a mecânica simples e a dinâmica entre os players.



Acho que esse aqui foi a última novidade jogada esse ano. Vou comprar para minha coleção com certeza. Pela simplicidade e genialidade entrou para a lista de favoritos.

#GoGamers

domingo, 20 de novembro de 2016

Dungeon Fighter

Esse aqui já tem versão brazuca trazida pela Galápagos. Dungeon Fighter é um jogo de humor e habilidade. Definitivamente não é um jogo pra ser levado a sério; é pra beber e passar vergonha coletiva com os amigos. O game é colaborativo e cada jogador comanda um herói em uma masmorra enfrentando monstros.



As criaturas devem ser abatidas rolando dados, mas não é tão simples: é preciso fazer o dado quicar na mesa e depois acertar uma das zonas do tabuleiro-alvo que indica os danos produzidos com o ataque. Algumas criaturas te obrigam a jogar o dado com o cotovelo, outras com a testa, de olhos fechados, rodando e por aí vai.





Conforme o jogo avança, os monstros vão ficando mais fortes. No final há um chefão secreto que demanda o uso de todos os recursos acumulados. Um detalhe importante: o game é colaborativo. Cada jogador pode morrer duas vezes. Se alguém, por acaso, tiver a terceira morte o game acaba e todo o time perde. Logo, é importante jogar em equipe trocando equipamentos e usando com sabedoria os poderes de cura.

Casualzão e divertido.

#GoGamers

domingo, 24 de abril de 2016

CODENAMES

Vlaada Chvátil ruleia! Papagaio, que belo jogo esse CODENAMES. É a mais recente aquisição para minha ludoteca. Baita jogo simples, perfeito pra jogar de galera e com uma mecânica divertidíssima. Vamos falar um pouquinho dos pontos principais do game.

CODENAMES é um jogo de associações. Joga-se em duas equipes: cada uma tem um "spy master" que vai tentar fazer os agentes de campo adivinharem os codenames espalhados na mesa.



Como funciona: sorteia-se 25 cartas e monta-se um grid de 5x5 na mesa. As cartas possuem palavras. Os spy masters pegam uma carta secreta que indica no grid onde estão as palavras que precisam ser adivinhadas. O objetivo do jogo é tentar fazer que seu time adivinhe o máximo de codenames por rodada. O detalhe importante é que você só pode falar uma única palavra relacionada ao codename para que seus agentes tentem descobrir.



Vamos imaginar o seguinte: uma das palavras que meu time precisa adivinhar é "PREGO". Logo, posso falar "MARTELO" para que meus agentes apontem a palavra e marquem o ponto. No entanto, pode haver uma múltipla escolha; se duas palavras que meu time precisa adivinhar são "TIGRE" e "TUBARÃO" eu posso falar "ANIMAIS 2" para que duas possíveis escolhas sejam feitas. Quem coloca todos os agentes no grid, ganha a rodada. Logicamente, isso é só uma simplificação das regras (o game tem mais regrinhas bem legais).

Só para pontuar: a mecânica é parecida com a do emblemático jogo MEGA SENHA que passa na Rede TV, saca só:



É excelente. Muito divertido e não precisa de house rules para ficar legal. A seguir, um fast review em vídeo do game que eu fiz no trem voltando de Viena para Bratislava.



Vai render bem nas aulas de game design e nas palestras. Imagens do BGG.

#GoGamers

domingo, 10 de abril de 2016

DUNGEON PUB: mais um EXCELENTE reduto lúdico para jogar e beber na Bratislava (Eslováquia)

Mais uma vez a Bratislava me pega pela mão de surpresa e fala: "Olha ali, Vince, naquela rua ali. Vai até aquela portinha que você vai encontrar algo sensacional". Semana passada, caminhando pela Avenida Štefánikova, acabei me deparando com um dos lugares mais legais dessa cidade: O DUNGEON PUB! Eu havia mencionado este pub no post do 7 WONDERS DUEL da semana passada, mas o local merece uma atenção especial aqui no GAME ANALYTICZ (clica para ampliar as imagens, vale a pena!).


A caminho da Dungeon.


Missão aceita! Quantos XP vale?

O lugar, claro, é um dungeon! O porão de um velho prédio serve de estrutura para este pub incrível que tem: armário cheio de coisas legais de board/card games, PlayStation e - logicamente - um menu de bebidas que é o verdadeiro tesouro dessa dungeon. Aqui na Eslováquia existe uma variedade bem particular de destilados (destaque para a Borovicka, Demänovka e a Slivovicka) e o bar serve uma cacetada deles (alguns chegando a 70% de teor alcóolico). Dá só uma sacada na estrutura do lugar:

O tesouro da Dungeon (Pub).

Área imperial para Playstation.

Felicidade em caixas.

O lugar, além de tudo, é espaçoso e bem arrumado.

 
Na zdravie!

Vou voltar semana que vem pra jogar na noite especial de STAR WARS X-Wing Miniatures Game. Se estiver de passagem pela cidade e quiser conhecer, segue o mapa:



#GoSlovakianGamers

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Ha! Ha! Moustache

Meu amigo e parceiro de pesquisa Mauro Berimbau adquiriu essa pérola. Ha! Ha! Moustache é um card game inusitado. Um player sorteia uma carta e vai lendo pistas para que os outros players tentem adivinhar de quem é o bigode desenhado. As pistas começam mais herméticas (que valem mais pontos) para mais óbvias.

Um exemplo:
1.Personagem de videogame
2.Usa chapéu vermelho
3."It's a me!"

Resposta: Mario. Quem adivinha com menos dicas, ganha mais pontos.

Tem uns bigodes de personagens bastante obscuros. Valeu conhecer pela curiosidade.

quarta-feira, 25 de março de 2015

ONE-LEGGED ZOMBIE CHICKEN: o novo card game do autor deste blog!

Um ritual de necromancia em uma granja marca o início de uma noite de horror e cacarejos sombrios. Em ONE-LEGGED ZOMBIE CHICKEN, os jogadores tentam usar os recursos de uma população acuada para escapar da fome abissal de galinhas zumbis. Use os poderes dos personagens, livre-se das cartas de galinhas e seja o sobrevivente deste apocalipse galináceo.

É isso aí, nobres leitores! Mais um card game saindo do forno. Dessa vez o tema é algo muito em voga: zumbis! Porém, galinhas zumbis pernetas. ONE-LEGGED ZOMBIE CHICKEN é um game rápido, casual e nonsense pra você jogar com seus amigos gamers e não-gamers. O deck de cartas galináceas está em português e inglês, você pode até jogar com seus amigos gringos.



Cada jogador vai comprando e descartando cartas a cada rodada, mas há um detalhe importante: galinhas zumbis nunca podem ir para a pilha de descarte, elas só podem passar de um jogador para outro. Os habitantes do vilarejo devem usar suas habilidades especiais para se livrar dos bichos malditos e o jogador com o menor número de seres cacarejantes no final do game ganha. Quer dar uma lida nas regras? Sem problema, CLICA AQUI e baixe o manual do game.

A arte magistral ficou por conta do meu amigo MARCELO BRAGA (clica aqui para dar uma sacada no trampo do cara).



É isso aí! Mais um indie game na área! No entanto, o leitor deve estar se perguntando: como eu faço para jogar/adquirir uma cópia do ONE-LEGGED ZOMBIE CHICKEN? Vamos lá!

QUERO COMPRAR E AJUDAR UM GAME DESIGNER A ALMOÇAR NO DIA DE AMANHÃ!

É muito simples. O card game custa R$ 32,00 + despesas postais. Você só precisa mandar um email para vincevader@gmail.com para receber a conta do banco e enviar seu endereço para entrega. Em alguns dias o moço do correio vai te entregar um pacotinho com 54 cartas e muita diversão.



QUERO JOGAR, MAS NÃO TENHO 30 CONTO ou NÃO QUERO GASTAR 30 CONTO EM UM GAME QUE NUNCA VI NA VIDA E AINDA TRATA DE GALINHAS ZUMBIS

Dureza, hein? Mas tudo bem. Eu acredito em print and play. Acho que todo game deveria fazer isso para os players mais exigentes. Se você não quer comprar de cara, não tem problema. A seguir você encontra as cartas do game em baixa resolução para imprimir e jogar. Manda bala, testa aí e se gostar, compra o pack mais tarde (as regras estão no link ali de cima). Você só precisa seguir as instruções para fazer o print na quantidade certa:

Pregador (9 cartas)


Dono de food truck (9 cartas)


Vizinha (9 cartas)


Agiota (9 cartas)



Necromante (5 cartas)


Galinha zumbi perneta (9 cartas; escreva os números de 1 a 9 no canto superior delas)


Obrigado a todos os beta testers! Vamos que vamos! Mês que vem tem livro novo de game design e esse ano ainda sairá board game novo e jogo de iPhone/iPad inédito!

GO GAMERS!!!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Kakerlakensuppe (ou Sopa de Barata)

Jogo do autor do Ghost Blitz. A pegada aqui é de associação mental: você joga cartas e vai cantando o nome dos ingredientes da sopa, mas não pode repetir o nome de um mesmo ingrediente se o player anterior jogou a mesma carta na mesa.



É casual e bobinho, mas com uma dose certa de cachaça pode ficar bem divertido. O game tem um grave problema: o manual. Apesar de ser super simples, o manual de três páginas não dá conta de explicar com clareza e ver um vídeo com as regras é mandatório.



Comprei esse aqui pra coleção porque gosto de referências para jogos simples e é ideal para usar em aulas de game design para discutir escassez de componentes.