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domingo, 25 de novembro de 2018

Attack of the jelly monster

Um game que, na minha opinião, a narrativa ficou mais interessante que o gameplay em si. Sei lá, meu santo não bateu com esse aqui. Não sei se foi o manual que eu não achei muito claro ou se foi a jogabilidade ligeiramente caótica e confusa. Em Attack of the jelly monster o planeta está sendo atacado (como diz o título) por um monstro gelatinoso alienígena. Os players precisam coletar amostras do seu corpo para estudar e desenvolver uma arma eficiente.



A cada turno todo mundo faz uma rolagem com sete dados simultaneamente e vai alocando no tabuleiro central para tentar conquistar mais amostras. O grande lance é que é preciso ter números altos para ganhar os benefícios, mas números baixos podem anular dados dos oponentes ou até mesmo modificar o bônus em cada área do tabuleiro (para mais ou para menos).



A confusão vem dessa rolada de dados caótica que, muitas vezes não dá pra ver o que está acontecendo. Pode ser que alguém tire seu dado do tabuleiro sem você ver. Entendo que o lance de usar esse tempo simultâneo faz parte da brincadeira, mas não me envolveu.



No entanto, há algumas sacadas boas como girar o tabuleiro tentacular para que, a cada rodada, todos tenham acesso às diferentes áreas disponíveis. A arte é muito bacana também e já tem versão nacional pela Galápagos.



Eu vou jogar de novo a semana que vem. Quero ver se mudo minha opinião.

Pra quem quiser conferir com mais detalhes, tem uma resenha marota do Tom Vasel:



#GoGamers

domingo, 20 de março de 2016

Ultimate Warriorz

Mais uma tranqueira bizarra da ludoteca do amigo Estevão. Resumo do game: escolha um monstro (é assimétrico e meio desequilibrado), escolha um golpe, mire um oponente na arena (essa é uma parte interessante do game com design que aproveita o fundo da caixa) e role dados.



É um bando de gente brigando entre si e tentando se safar dos golpes que rolam. Jogam até 8 simultaneamente e é caótico. A seguir a imagem da minha gloriosa vitória com o Dragão armado com lança(!). Olhem que capricho as colunas ao redor da arena.



Design engraçado e partidas de 20 minutos. Bem curioso pra jogar no final de uma sessão mais pesada.

IMPORTANTE: POST DE NÚMERO 1300 AQUI NO GAME ANALYTICZ! VIDA LONGA AO BLOG! ANO QUE VEM: 10 ANOS DE POSTAGENS!

#GoGamers

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Panic Lab

Eu sou um gamer sem preconceitos. Consigo ver beleza na complexidade/sofisticação do Terra Mystica e na simplicidade do Panic Lab. Este tipo de jogo é fundamental no meu trabalho para usar como exemplo nas aulas de game design e nos workshops de interfaces lúdicas.

Panic Lab usa cartas e dados em sua mecânica. É muito simples, bastante caótico e trata de bactérias que escaparam de laboratórios. Jogam 2 a 10 players e a lógica do game é bem divertida: um jogador rola quatro dados que definem cor da bactéria que escapou, forma do corpo da bactéria, se ela tem listras/pintas e a cor do laboratório que a mesma escapou; na mesa estão dispostas 25 cartas e os jogadores - ao mesmo tempo - devem achar a bactéria que os dados montaram e apontar para o card.



A coisa seria simples, mas além de localizar a carta da bactéria os jogadores devem traçar o caminho que ela fez do laboratório que escapou. Nesse meio de caminho há saídas de ar e câmaras de mutação que alteram os resultados e deixam o game mais complicado. Jogamos algumas partidas no setup avançado, mas depois de umas cervejas/vinhos tivemos que desistir e jogar no modo "mirim" (estava complicado demais localizar as coisas). O vídeo abaixo explica de maneira bem didática a lógica do game:



Os componentes são caprichados, com arte simples e caixinha de metal da editora Gigamic. Comprei esse aqui na última viagem de férias em uma loja espanhola chamada JugarXJugar e já estreei com os amigos. Bem divertido e é mais um bom título para a coleção/ludoteca. Como eu disse: vai ser bem útil nas aulas e nos workshops.