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domingo, 25 de novembro de 2018

Attack of the jelly monster

Um game que, na minha opinião, a narrativa ficou mais interessante que o gameplay em si. Sei lá, meu santo não bateu com esse aqui. Não sei se foi o manual que eu não achei muito claro ou se foi a jogabilidade ligeiramente caótica e confusa. Em Attack of the jelly monster o planeta está sendo atacado (como diz o título) por um monstro gelatinoso alienígena. Os players precisam coletar amostras do seu corpo para estudar e desenvolver uma arma eficiente.



A cada turno todo mundo faz uma rolagem com sete dados simultaneamente e vai alocando no tabuleiro central para tentar conquistar mais amostras. O grande lance é que é preciso ter números altos para ganhar os benefícios, mas números baixos podem anular dados dos oponentes ou até mesmo modificar o bônus em cada área do tabuleiro (para mais ou para menos).



A confusão vem dessa rolada de dados caótica que, muitas vezes não dá pra ver o que está acontecendo. Pode ser que alguém tire seu dado do tabuleiro sem você ver. Entendo que o lance de usar esse tempo simultâneo faz parte da brincadeira, mas não me envolveu.



No entanto, há algumas sacadas boas como girar o tabuleiro tentacular para que, a cada rodada, todos tenham acesso às diferentes áreas disponíveis. A arte é muito bacana também e já tem versão nacional pela Galápagos.



Eu vou jogar de novo a semana que vem. Quero ver se mudo minha opinião.

Pra quem quiser conferir com mais detalhes, tem uma resenha marota do Tom Vasel:



#GoGamers

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

XCOM: the board game

Esse é da safra de 2015 de jogos com mega packs de componentes e traquitanas. XCOM é baseado no jogo homônimo de computador/videogame que narra uma guerra entre aliens e humanos em um futuro desolado. O game funciona com o tabuleiro, cartas, miniaturas e um aplicativo mobile (tablet ou smartphone) que vai propondo os desafios de uma partida.



Quando vemos o game funcionando dá pra imaginar o trabalho que os criadores tiveram para criar e prototipar a ideia. Em termos de mecânica não há nada de novo, idem para temática. O grande lance é o aplicativo que gera um fator de tempo e eventos que vão interferindo conforme a performance dos jogadores em cada etapa da missão. Os papéis do game se dividem em comandante, cientista, mestre de armas e chefe de comunicações. A cada rodada cada um tem que ajudar o outro para eliminar os aliens em cada uma das searas do tabuleiro.



Os componentes são muito bem feitos e o aplicativo tem um design bem legal e tematizado para o jogo. Porém, não me atraiu muito. Eu gostei de jogar e conhecer. Gostei de ver como o app funciona bem em sincronia com o tabuleiro, mas não é um game que eu jogaria de novo. Achei que tem uma quantidade razoável de regras que se perdem um pouco por conta da sorte nos dados; veja bem, nada contra o fator sorte, mas achei que em determinados momentos estruturamos uma rodada inteira e dois azares nos dados destruíram tudo.



O jogo, no entanto, tem um gostinho da versão digital. Os fãs da série certamente vão gostar de experimentar.



Como o leitor deve imaginar é um game colaborativo. Falhamos miseravelmente na missão, mas jogamos com alguma regra errada que colaborou pra isso. Um ponto importante é que no fim de cada rodada o app já solta um checklist das missões que, dependendo do desempenho da equipe, gera resultados melhores ou piores para o passo seguinte.

Curioso. Acho que essa é a melhor tag para o game.

Para ver o app em ação, segue um vídeo com uma resenha mais completa:


#GoGamers