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quinta-feira, 17 de maio de 2018

MIND ALONE: meu novo game mobile já está disponível para download!

Esse post é pra divulgar uma boa novidade: saiu hoje meu novo game mobile. Quem acompanha meus posts aqui sabe que eu sou fã de indie games e experimentos lúdicos. Eu curto jogos clássicos, mas aprecio umas esquisitices também (tanto no digital quanto no analógico).

Nesse post eu gostaria de compartilhar meu último experimento lúdico que criei e lancei junto com a empresa Sioux: trata-se do game mobile MIND ALONE.



MIND ALONE é um experimento. É o primeiro jogo de uma trilogia sobre uma personagem presa em sua própria mente. Ela precisa escapar desse labirinto e, para isso, precisa solucionar puzzle criados somente com textos que são suas memórias. Cada solução faz a narrativa avançar para uma memória mais recente.

Dá uma sacada no trailer:



O jogo ainda está sofrendo pequenos ajustes e, provavelmente, terá mais puzzles brevemente. Como um diferencial, ele usa diferentes features dos smartphones para criar a solução dos quebra-cabeças.

O download é gratuito e está disponível para Apple e Android. Baixe, jogue e dê seu feedback! Espero que gostem da estranheza. Seguem algumas imagens de telas do game:







#GoGamers

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Protótipo para uma versão digital de ONE-LEGGED ZOMBIE CHICKEN

Opa! Em 2015 eu lancei meu card game independente ONE-LEGGED ZOMBIE CHICKEN. Foi uma surpresa; havia feito 100 cópias e tive que fazer mais 100. Vendeu mais do que eu imaginava.

Confesso que o game estava até esquecido, mas essa semana recebi um e-mail do Ricardo Lobo (programador e leitor do Game Analyticz) me mandando um estudo que ele está fazendo para uma versão free e digital do OLZC. Quem quiser colaborar e experimentar CLICA AQUI.

É muito bacana ver esses cruzamentos que acontecem no mundo on/off line. O Ricardo tá querendo fazer uma versão Unity multiplayer online! Tomara que role!


Foto do BGG.

#GoGamers

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Sharp Talk na Pixel Show

Sábado passado foi dia de bater um papo muito legal sobre games na PIXEL SHOW, evento muito bacana que mistura cultura pop com muitas outras áreas. Fiz o papel de moderador em uma conversa de uma hora com Fábio Michelan, Renato Sasdeli e Fábio Tola. Discutimos como o analógico e o digital estão se misturando na atual cultura gamer.

O papo foi patrocinado pela COPAG e gostaria de agradecer mais uma vez o convite! Seguem boas fotos do evento:

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

XCOM: the board game

Esse é da safra de 2015 de jogos com mega packs de componentes e traquitanas. XCOM é baseado no jogo homônimo de computador/videogame que narra uma guerra entre aliens e humanos em um futuro desolado. O game funciona com o tabuleiro, cartas, miniaturas e um aplicativo mobile (tablet ou smartphone) que vai propondo os desafios de uma partida.



Quando vemos o game funcionando dá pra imaginar o trabalho que os criadores tiveram para criar e prototipar a ideia. Em termos de mecânica não há nada de novo, idem para temática. O grande lance é o aplicativo que gera um fator de tempo e eventos que vão interferindo conforme a performance dos jogadores em cada etapa da missão. Os papéis do game se dividem em comandante, cientista, mestre de armas e chefe de comunicações. A cada rodada cada um tem que ajudar o outro para eliminar os aliens em cada uma das searas do tabuleiro.



Os componentes são muito bem feitos e o aplicativo tem um design bem legal e tematizado para o jogo. Porém, não me atraiu muito. Eu gostei de jogar e conhecer. Gostei de ver como o app funciona bem em sincronia com o tabuleiro, mas não é um game que eu jogaria de novo. Achei que tem uma quantidade razoável de regras que se perdem um pouco por conta da sorte nos dados; veja bem, nada contra o fator sorte, mas achei que em determinados momentos estruturamos uma rodada inteira e dois azares nos dados destruíram tudo.



O jogo, no entanto, tem um gostinho da versão digital. Os fãs da série certamente vão gostar de experimentar.



Como o leitor deve imaginar é um game colaborativo. Falhamos miseravelmente na missão, mas jogamos com alguma regra errada que colaborou pra isso. Um ponto importante é que no fim de cada rodada o app já solta um checklist das missões que, dependendo do desempenho da equipe, gera resultados melhores ou piores para o passo seguinte.

Curioso. Acho que essa é a melhor tag para o game.

Para ver o app em ação, segue um vídeo com uma resenha mais completa:


#GoGamers

segunda-feira, 4 de maio de 2015

LIVRO NOVO NO PEDAÇO: Game Design - modelos de negócio e processos criativos

É isso aí, galera! Mais um livro de game design de minha autoria chegando na área. Dessa vez a coisa ficou maior e esse aqui foi lançado pela Cengage Learning (editora parceira da National Geographic). Em Game Design - modelos de negócio e processos criativos discuto um pouco do complexo mercado nacional e entrevisto uma turma da pesada da área de games do Brasil, entre eles Fábio Tola (ex-Big Huge Games), Fábio Michelan (Copag), Mitikazu Lisboa (Hive), Guilherme Camargo (Sioux) e Marcos Macri (MS Jogos). Ao final do livro, uma entrevista com Jesper Juul, um dos maiores nomes da pesquisa de games mundial.

O livro aborda cases de advergames, games para treinamento, games promocionais e indie games 100% brasileiros. É uma iniciativa que visa colaborar com a emergente indústria de games no Brasil e ser um guia para os interessados na área de game design. Na ESPM já vamos adotar para o próximo semestre em algumas disciplinas e eu espero que outras escolas também utilizem o material brevemente.

Este é o quarto livro sobre games que lancei nos últimos 3 anos. Antes dele vieram Ludificador, Doses Lúdicas e Horror Ludens.

Para comprar/encomendar, clique aqui ou na imagem a seguir.



Segue o texto da contracapa para explicar mais um pouquinho:

A bilionária indústria de games tem conquistado cada vez mais espaço no cenário contemporâneo. Muito além dos consoles, os games ampliam suas fronteiras e se manifestam de maneira multiplataforma e nos mais variados formatos, permitindo acesso privilegiado ao universo do entretenimento. Uma indústria com tamanha magnitude opera com estratégias de negócio cada vez mais robustas e com processos de criação de produtos cada vez mais sofisticados. Neste livro, o autor procura debater alguns destes aspectos que se tornaram chave nesse mercado cheio de possibilidades, atentando principalmente para os casual games, advergames, jogos analógicos e mobile games. Dando ênfase ao mercado brasileiro, discute-se – com cases reais – como é possível pensar caminhos de game design e modelos de negócios em jogos no complexo âmbito nacional. Para ampliar ainda mais o escopo desta discussão, alguns dos maiores especialistas “brazucas” da área foram convidados a falar sobre o tema. Ainda, no final do livro, há uma entrevista exclusiva com um dos maiores nomes na pesquisa de games mundial. Do protótipo ao jogo produzido, esta é uma discussão que está longe da última fase e que merece continues infinitos. Jogue conosco nesta jornada.

#GoGamers

segunda-feira, 16 de junho de 2014

DOMINAEDRO: a versão mobile

No começo do ano lancei, de maneira independente, meu novo game abstrato chamado DOMINAEDRO. Depois de vários reviews positivos, resolvi apostar em uma versão digital para iPhone e iPad, até porque isso é um bom exercício para ver como uma mecânica analógica deve ser ajustada em um formato digital.

A área de mobile é uma boa oportunidade para quem quer desenvolver games é um campo que eu quero experimentar cada vez mais para aprender como fazer cada vez melhor.



Falando um pouquinho do jogo: ele possui um visual minimalista, tem vários skins de cor e a possibilidade de jogar contra outro jogador remotamente. Ainda estamos fazendo ajustes e contamos com a opinião dos usuários para melhorar a experiência do game.

O amigo Parma programou a brincadeira e está disponível para download grátis na Apple Store, clique aqui para saber mais. Se você é old school e quer comprar a versão analógica, clique aqui e acesse o site da loja parceira Moonshadows.

Valeu! Go gamers!

quarta-feira, 6 de março de 2013

TÍZ dice game: agora também para iPhone

No início do ano eu coloquei pra download "de grátis" o TÍZ, um dice game versão print and play para os queridos leitores do blog. O amigo Rafael Verri, vulgo Parma, gostou tanto da ideia e da mecânica que está produzindo uma versão pra iPhone da brincadeira.

O Rafa está se embrenhando no mundo da programação mobile e resolveu dar vida digital para o meu game. TÍZ faz parte de um projeto pessoal de criação de jogos abstratos usando os dados clássicos do RPG (D4, D6, D8, D10, D12 e D20) e este é o filho duplo da família (digital e off line).

Está em fase de finalização e ainda sofrerá uns ajustes, mas olha como está ficando a brincadeira no vídeo a seguir:


Estou empolgadíssimo com a ideia de fazer mais desses. Valeu, Rafa!

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

ÁLMOK digital

O Álmok é meu mais recente projeto de card game. Disponibilizei, em junho, um print + play dele aqui no Game Analyticz e teve recorde de downloads!

Pouco tempo depois, a Ceilikan Games entrou em contato comigo e vai publicar no começo do ano que vem oficialmente o card game. Logicamente mudei várias coisas no jogo e ele até ganhou novos componentes e novas dinâmicas (aguardem novidades).

Porém, ontem fiquei bem feliz quando recebi um e-mail do leitor Ricardo Lobo (@_tchabs_). O Ricardo está estudando programação de games e para treinar, pegou o print + play do Álmok e fez uma versão digital. Ainda está em processo de aprimoramento, mas você já pode conferir uma prévia clicando aqui.



Você joga contra o computador. Enquanto aguarda a versão 2.0 finalizada, vai brincando no "print + play digital". Valeu pela homenagem, Ricardo!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Board game em tablets

Já temos visto muitos títulos famosos de nossos queridos board e card games indo para plataformas como iPhone, iPad e outros devices móveis. Parece que o grande barato mesmo está em explorar soluções híbridas entre as duas plataformas.

O vídeo a seguir é um bom exemplo disso. Eu nunca vou deixar de gostar dos clássicos analógicos e acho sensacional ter - também - esta opção digital.



E você, nobre leitor? O que acha disso?

Dica do amigo Hunter.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Eye of judgement

O Game Analyticz, como os leitores sabem, tem o objetivo de publicar resenhas e análises de jogos analógicos; fora que ele também é um registro pessoal de todos os jogos que eu confiro. Vou me permitir dar uma escapadinha do tema e falar de um cardgame que tem sua essência digital: Eye of the Judgement para Playstation 3.

O game utiliza uma tecnologia de identificação de símbolos via uma câmera especial que reconhece a carta no tabuleiro e faz uma criatura correspondente aparecer na tela pra duelar com o oponente. A carta também é um guia de referência de poderes e áreas de ataque.

A grande sacada é que é possível vender boosters para incrementar e aumentar a variabilidade do game, por isso que eu falei que ele é parte digital e parte analógico. Segue abaixo um vídeo explicativo:



Eu já tinha jogado esse título no ano retrasado logo que ele saiu, mas faltou a ideia de publicar aqui. Recentemente joguei de novo na casa do meu primo (em Brasília) e aproveito para divulgar o título.

Apesar de parecer bem perfeito no vídeo, tem uma série de problemas se o lugar onde você monta a plataforma de tabuleiro com a câmera não está iluminado adequadamente.