Mostrando postagens com marcador card. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador card. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de maio de 2025

Prey another day

Missão: levar um jogo para um churrasco no qual estariam adultos e crianças. Todo mundo civil; ninguém ligado em quase nada de games. Bom, missão dada, missão cumprida. Levei o Prey another day que a Galápagos lançou por aqui e fez sucesso geral. O game é muito simples: joga-se de 2 a 5 players cada um com um deck de 5 cartas com cinco bichos: urso, lobo, lince, coruja e ratinho. Urso valendo 1 ponto e aumentando até o ratinho que vale 5.



Todo mundo coloca uma carta secreta na mesa e alguém vai cantando do urso para o ratinho quem colocou uma ou outra carta. Se alguém colocou o urso e mais pessoas também, essas cartas apenas viram pontos. Agora se alguém coloca um animal sozinho, essa pessoa pode escolher um animal pra caçar. Imagine que só uma pessoa colocou o lince e há dois outros players sem cartas reveladas. Ele pode optar por caçar coruja ou ratinho. Se acerta um dos dois (ou ambos colocaram igual e ele acerta) esses players estão fora da rodada.



Apesar de todo mundo ter gostado e eu ter saído como O CARA QUE CONHECE TUDO QUANTO É JOGO DO PLANETA, confesso que fiquei meio puto comigo mesmo. Comprei na pressa, paguei 150 paus e dava pra ter feito uma versão caseira rapidinha. Achei que, apesar de bonito e de qualidade, o preço do game é incompatível com o que ele é. Esse seria um excelente título para sair no formato (e preço) da Paper Games.

Mas, faz parte.

#GoGamers

sábado, 11 de abril de 2020

Set a watch

Mais um game conferido no Tabletopia durante a pandemia de coronavírus. Vamos improvisando online e tentando conhecer um jogo novo toda semana!



Set a watch é um game sobre um grupo de guerreiros ao redor de uma fogueira combatendo monstros que vão se aproximando dela. Nada de novo na mecânica de rolar dados e sacar uma fila de criaturas para serem detidas de maneira colaborativa, mas eu gostei do componente estético que quanto mais a fogueira está abastecida mais ela revela os inimigos que estão em linha para atacar. Cada personagem possui uma lista de três poderes e eles vão se revezando para manter a fogueira acesa (cada um pode ficar duas vezes no máximo). Tem um bom esquema de gerenciamento coletivo que coloca os players para dialogar e tentar gerenciar os recursos para deter os bichões.



É colaborativo e divertido. Nesses tempos de isolamento qualquer jogo já faz nossa alegria.

#GoGamers

domingo, 10 de setembro de 2017

Dice Forge

Existem inúmeros games com mecânica de deck building. São aqueles que os jogadores começam com um punhado de cartas fraquinho e devem ir dando upgrade até que fique mais poderoso comprando cartas de um pool. Dice Forge segue essa lógica, mas - ao invés de dar upgrade no seu baralho - você dá um boost nos seus dados. Esse fez parte do cardápio da joga extrema de 7 de setembro.



É isso aí. Os jogadores tem dois dados com faces removíveis que podem ser turbinados de acordo com a estratégia de cada um. Todos começam com os dados com faces limitadas e, a cada rodada, devem ir acumulando recursos (por meio das roladas) para comprar novos poderes.



Alguns pontos positivos: jogo engenhoso e criativo. É possível criar boas combinações para ganhar recursos, pontos ou ouro com os dadinhos. Ilustras bonitas.



Algums pontos negativos: o game tem um skin temático que passa em branco; tem uma narrativa de deuses e oferendas que acaba passando despercebida. Desmontar as faces é difícil (precisamos usar uma chavinha de fenda durante a partida). As partidas são muita rápidas; você pisca e já acabou (acho que vale uma house rule para aumentar o número de turnos).



Gostei da dinâmica e do gamelay. Apesar dos problemas, é um game bem legal.

#GoGamers

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Viceroy

Orra! Gostei desse aqui. Card game de blefe com elementos de civilization. Cada jogador precisa construir uma "pirâmide" de cartas arquitetada com a ajuda dos poderes dos personagens. Há um elemento interessante: o canto das cartas quadradas possuem cores que quando combinadas de maneira igual geram bônus e poderes.



Essa dinâmica de formar uma pirâmide de personagens me lembrou um pouco o Westeros Intrigue da série Game of Thrones. Com a diferença que Viceroy é bem mais legal e mais estratégico. Como bom jogo de território europeu, ele possui uma pontuação final cheia de reviravoltas e combinações miraculosas (precisa de bloquinho pra calcular).

A imagem abaixo é um registro da partida: o príncipe segue apoiado pelo berseker (que está abaixo) e mais um personagem. O príncipe, por se encontrar na segunda linha da pirâmide, usa os poderes correspondentes desse nível. Ou seja, quanto mais alto o personagem está, mais caro e mais poderosas são suas habilidades.



Gostei e jogaria de novo. Além do que, é bem rápido. A arte é outro ponto legal do game: bem feita e com cara de épico RPGístico.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Kakerlakensuppe (ou Sopa de Barata)

Jogo do autor do Ghost Blitz. A pegada aqui é de associação mental: você joga cartas e vai cantando o nome dos ingredientes da sopa, mas não pode repetir o nome de um mesmo ingrediente se o player anterior jogou a mesma carta na mesa.



É casual e bobinho, mas com uma dose certa de cachaça pode ficar bem divertido. O game tem um grave problema: o manual. Apesar de ser super simples, o manual de três páginas não dá conta de explicar com clareza e ver um vídeo com as regras é mandatório.



Comprei esse aqui pra coleção porque gosto de referências para jogos simples e é ideal para usar em aulas de game design para discutir escassez de componentes.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Shadow Hunters

Esse aqui veio da lavra do meu primo Paulo. Shadow Hunters é um game de adivinhar papéis e cumprir missões secretas. Três times disputam a parada: hunters (o bem), shadows (os du mau) e os humanos (neutros). Cada jogador possui um papel secreto e deve rolar dados para ir para determinadas áreas do tabuleiro. Estas áreas permitem ativar poderes de cartas para conseguir pistas sobre o papel dos adversários e armas/equipamentos.



O jogo pareceu promissor, mas jogamos em oito players numa caótica joga com aniversário incluso. Precisamos jogar de novo para saborear com a devida atenção. Mesmo assim foi divertido!



Tem uma arte oriental com toques de mangá. Imagens do BGG.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Bergseequartett

Opa! Ganhei algo curioso do amigo Oscar que acabou de retornar de paragens suíças: um jogo de quartet com temática de "lagos de montanha suíços"(!). O quartett segue a lógica do super trunfo aqui do Brasil com algumas sutis diferenças. Há uma variação de capturar cartas e montar as quadras de letras e números na qual não se usa os valores referentes da imagem.



Mais um pra coleção de curiosidades lúdicas temáticas/regionais.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Chaos in the old world

CHAOS IN THE OLD WORLD é um game de estratégia assinado pelo game designer Eric Lang que se apropria de uma temática de medieval/terror em uma realidade forrada de demônios, magos e outras criaturas abomináveis. Esse é um post de caráter místico, pois é a postagem 1111 do Game Analyticz!

O game mistura várias mecânicas e possui dice rolling (para combate), decks de cartas (para poderes de raça) e movimentação/controle de área (para o tabuleiro). Tem a essência de um war game, mas é mais rápido e bem mais dinâmico. Como todo game desse tipo, a experiência conta muito de acordo com o pique da galera que está jogando; nesse caso fui um afortunado, pois meu grupo é o mais divertido do planeta para esse tipo de atividade. Teve discussão, atrapalhar a vida do alheio e piadas sobre RPG.



Jogamos uma partida de quase três horas sem perceber. Entramos legal no game e rolou o verdadeiro "caos" que assina o game no tabuleiro. Cada jogador comanda uma raça fantástica e a cada round vai tentando dominar áreas para "arruinar" territórios. O objetivo aqui é destruir tudo e quem o faz, leva mais pontos.



As rodadas são divididas por fases. Compra-se cartas, gasta-se pontos alocando cartas e tropas, rola a pancadaria nos dados (o componente sorte pesa bastante aqui, mas não atrapalhou na diversão) e depois coleta-se pontos de acordo com o estrago feito nas áreas do board.



Tem várias maneiras de ganhar o game e, nesse aspecto lembrou um pouco um eurogame. O pack de componentes é sensacional e as miniaturas fazem a diferença no cenário, a arte é doentia. Esse aqui levou nota 8 e se contrapôs diametralmente oposto ao tenebroso Kemet que jogamos recentemente da ludoteca do amigo Estevão.

É pra jogar de novo. Imagens do BGG.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

STAR WARS X-Wing Miniatures Game

Eu gosto muito de Star Wars e sou suspeito para falar dos produtos da franquia. Porém, esse game surpreendeu ao extremo. STAR WARS X-Wing Miniatures Game superou muitas expectativas e se provou um game muito divertido. Ele aproveita elementos de mecânica do Wings of War.



Ele se aproveita de diversas mecânicas e possui componentes geniais, vamos falar deles primeiramente. As naves, dados, fichas, cartas, tiles e dados são show de bola. No final do manual até tem uma parte dedicada pra falar da equipe que montou as navinhas em escala pro game.



A mecânica básica é de movimentação das naves por uma mesa (não tem tabuleiro) usando réguas de distância. Muitas vezes atrapalha porque não fica 100% preciso e corre-se o risco de esbarrar em uma peça e tirar do lugar, mas se tomar um pouco de cuidado não prejudica o andamento de uma partida. Há cartas com poderes e pilotos, isso é uma sacada legal: as miniaturas são as mesmas, mas você muda a carta de piloto para dar novas habilidades para a mesma.



O set básico vem com uma X-Wing e dois Tie Fighters com várias cartinhas de pilotos. Garantia de diversão para 2 jogadores. Há tiles de asteróides e equipamentos para compor cenários de missões bem legais também.

Já estou com vontade de comprar as expansões que começaram a sair. Fazia tempo que um jogo colecionável não me empolgava tanto. Foi uma das surpresas de 2012.

Nota: 8.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Ghost Blitz

Jogo de ação e destreza bem casual e ideal para galera não gamer. É daqueles que funciona bem com até oito pessoas e, se tiver uma cerveja no meio, fica melhor.



Em Ghost Blitz os jogadores tentam ganhar cartas (que são pontos) sendo rápidos com os olhos e as mãos. A cada rodada uma carta é sorteada e aquele que identifica o objeto com a cor certa na imagem e consegue pegar antes dos outros marca ponto.

Por exemplo: uma carta que mostra uma garrafa verde e um fantasma vermelho é sorteada; aquele que pega a garrafa verde marca o ponto, pois não há fantasma vermelho na mesa (vermelha é a cadeira).

É bem bolado e tem uma situação onde objetos de cores diferentes são mostrados e os jogadores tem que ir por exclusão acertando as cartas. Quem erra, perde ponto.

Baratinho e legal.

Imagem do BGG.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Square Shooters

Jogo bem legal que joguei na casa do amigo Big uns dias atrás. Square Shooters é um poker de dados turbinado, casual e bem divertido. A caixa é bacana e vem com um pack de dados bem caprichado, assim como a arte das cartinhas e da caixa do jogo.



Basicamente você compra uma carta com uma "missão" e deve tentar cumprir em três roladas de dado. Há o objetivo básico e o avançado marcados nas cartas; por exemplo: a carta diz que você deve fazer uma trinca e uma dupla para ganhar três pontos OU fazer uma trica de 3 e uma dupla de 5 para conseguir seis pontos.

O game adiciona os desafios nas cartas na mecânica tradicional de Poker de dados.

Há ainda uma série de cartinhas de poder para dobrar pontos, roubar pontos do adversário, etc. O bacana é o manual do oferece 8 variações do game para você jogar com as cartas e os dados. Gostei muito.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Arcana

Card game com mecânica de deck building. Na realidade é um primo pobre (bem pobre) do Dominion. Cada jogador tem um deck inicial com cartas temáticas de uma guilda medieval. O objetivo é conquistar cartas de pilhas que estão espalhadas pela mesa para que seu deck cresça em poderes arcanos e funcionalidades.



Na versão para 2 jogadores (que eu experimentei) há pilhas de cartas individuais para se adquirir, na versão com 3 a 4 as pilhas são coletivas. Imagino que o game deve ganhar uma dinâmica melhor, mas o jogo para dois foi um pouco sem graça com pouca interferência no oponente. Parece que você está jogando sozinho.



A arte é essa aí de cima. Os peitos da garota realmente são bem adequados para uma batalha.

Imagens do BGG.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Angry Birds Card Game

Esse aqui foi presente de aniversário da amiga Bia Bonduki que trouxe essa pérola de terras australianas para minha coleção. Bom, é um jogo para crianças, mas é dos Angry Birds! Eu sou fã desse game versão digital e estou colecionando as versões analógicas.

O jogo consiste de um deck de cartas que você faz uma fileira de cartas e deve tirar os passarinhos certos nos dados para tirar todas da mesa. Um deck complemetar de poderes serve para atrapalhar o adversário.

É um game de dice rolling com incrível adendo de derrubar o marcador de porco com petelecos nos dados. Sem sentido total e bem bonitinho!

Szia!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Bonnie and Clyde

Card game que conferi esta noite em uma joga com os primos. Bonnie and Clyde é um jogo com mecânica de rummy, onde você deve bater sequências de cartas iguais da sua mão para pontuar. A temática fica por conta do famoso casal de bandidos.

Para incrementar a dinâmica do jogo temos um mini tabuleiro para alocação de uma sequência de cartas que definem poderes e pontuações especiais para os jogadores que conseguem alcançar Bonnie and Clyde com o carro de polícia. Quando você coloca um meld na mesa pode avançar ou retroceder uma casa com o carro e descobrir pistas de onde os bandidos estão.

Bem leve, para quatro players e é daqueles ideias para jogar rapidinho entre games pesados. Imagens do BGG.

SZIA!

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Call of Cthulhu the card game: Screams from Within expansion pack

Post rapidinho para mostrar uma expansão bem bacana para o Call of Cthulhu card game que eu adquiri. Sem muitas novidades, apenas algumas cartinhas que acrescentam dinâmicas novas para as histórias a serem jogadas.

Paguei a bagatela de 2 euros no pack e com certeza ganhei um novo leque de opções para brincar com o jogo mãe.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Cthulhu Statue for "Call of Cthulhu the card game"

Esse é pra dar um clima no game do post anterior. Mini estátua do Cthulhu para colocar no meio da mesa, um mero enfeite que deixa o game mais legal! Enquanto você joga os cards o Cthulhu te olha feio e te amaldiçoa. Medo.

Sucesso pra coleção!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

The Great Dalmuti

Sabe o Richard Garfield, o cara que criou o Magic? Pois é, ele também lançou outros jogos no mercado e The Great Dalmuti é um deles.

Diga-se de passagem é uma senhora picaretagem o jogo, pois trata-se do clássico jogo de vaza Presidente que se joga com baralhos normais. Aqui o baralho é dividido em cartas de 1 a 12, sendo que existe uma carta 1, duas cartas 2, três cartas 3, etc.

Você deve baixar cartas na mesa e seu vizinho sempre tem que jogar cartas de número maior. Por exemplo se você baixa duas cartas 4, o oponente - no mínimo - vai ter que baixar duas cartas 5. Quem bater a mão, leva.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Star Wars poster playing cards

Post curtinho para mostrar um acessório bem legal: um deck de baralho de Star Wars com (quase) todos os cartazes dos filmes já feitos. Agora dá pra jogar buraco apreciando as artes sensacionais da década de 1970 até hoje. Para fãs.


Boa aquisição!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Cockroach Poker

O Maurício Torselli apresentou esse game recentemente. Na verdade ele fez uma versão com cartas normais e jogamos; o game, na real, é um Liar´s Dice com cartas que você também pode fazer uma versão caseira.

Basicamente é um set colletion ao contrário, ou seja, o objetivo é não pegar as cartas que vão chegar até sua mão pois o jogo não tem um ganhador e sim um perdedor oficial. Como funciona: é um deck de 64 cartas (vc pode juntar dois baralhos de Ás até 8 para versão caseira), divide-se o bolo igual entre os players (quanto mais gente melhor) e está pronto para começar.

Na sua vez você baixa uma carta e passa para o oponente da esquerda e fala (dizendo a verdade ou mentindo) que carta é. O oponente na vez dele pode fazer três coisas: 1)Dizer "acredito" (se a carta for mesmo a que você cantou, o oponente pega pra ele); 2)Dizer "duvido" (se for outra carta você pega ela pra vc); 3)Olhar a carta e confirmar ou passar adiante a mentira para outro jogador.

O jogador que tiver 4 cartas iguais primeiro, perde. Simples assim. Sensacional como party game e para jogar bêbado. E a seguir, um vídeo explicando melhor o game:

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Cardcassonne

Na correria de final de mestrado e tentando manter o Game Analyticz minimamente atualizado, vamos para mais um post!

Comprei Cardcassonne na minha última viagem para o Chile. O game é muito simples e ao invés de tiles usa cartas. O objetivo dos players é, a cada rodada, conquistar as fileiras de cartas mais valiosas.

Um tabuleiro de pontos indica quatro áreas diferentes onde devem ser colocadas as cartas: monastério, cidade, estrada e fazenda. Quando um player visualiza a melhor oportunidade pode colocar seu trabalhador e levar todas as cartas que estão antes da peça.

No geral não gostei. O game perdeu a essência do título original e não há quase nenhuma estratégia envolvida; a mecânica peca por não ter cartas que atrapalhem os oponentes e duas vezes que se joga já causa uma certa sensação de "acaba logo essa partida". Apresentei para amigos não gamers e alguns até que acharam legal.

Outro detalhe negativo: a pontuação também é muito desequilibrada ao meu ver.

Levou nota 3,5 esse aqui.