
A mecânica é simples, mas é matreira e cheia de possibilidades interessantes. Cada player tem um tabuleiro que representa um grande terreno. Todos começam o jogo com uma torre de guarda e três moradias; isso fornece a cada player um dado cinza (por causa da torre e que possui habilidades de ataque e defesa) e três dados amarelos (por causa das moradias e que geram recursos como comida, pedra e construção de outros prédios).
Daí pra frente, sem muita novidade: você pode rolar e re-rolar os dados para ir ajustando uma trilha de recursos e ir ampliando as construções no seu reino. O que é divertido é que você pode tirar dadinhos com caveiras que geram efeitos prejudiciais para você ou o oponente. Um dos piores que tem é você jogar um terreno queimado que anula espaços de construção do inimigo.
É relativamente rápido e o resultado final é um cenário bonito. Na pegada de pontuação eurogame, no final você tem que ir preenchendo uma tabela grande para aferir bônus, terrenos murados, recursos que sobraram etc.



Outro ponto bem legal: dependendo do prédio que você constrói ganha um dadinho de cor diferente com novos poderes, mas isso tem um preço: você precisa sempre gerar mais alimentos para não sofrer penalizações.
É daqueles jogos completinhos. Você sabe que gostou do game quando termina a partida, arruma tudo e já outra na sequência.
Um dos melhores jogados nesse ano.
#GoGamers