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domingo, 2 de maio de 2021

Stellium

Orra, Stellium é um abstrato muito gostoso de jogar. Tem uma suave camada temática espacial, mas é um game abstrato de formar padrões.



O game tem um tabuleiro maroto que você coloca bolinmhas de gude coloridas e pode rotacionar as galáxias para tentar montar as melhores combinações.



A bolinha rosa faz outra bolinha ir para um buraco negro. A bolinha amarela faz a galáxia girar. A bolinha azul "empurra" outra que está do lado. A bolinha verde faz swap com outra. Conforme as bolinhas vão assumindo suas posições, é preciso ficar de olho para ver se você está montando padrões segundo as cartas abertas na mesa.

Obviamente há padrões básicos que pontuam pouco e padrões mais complexos que pontuam mais.

Meia hora de diversão garantida com excelentes componentes.

#GoGamers

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Astro drive

Esse aqui é fraquinho, mas - como eu sempre costumo dizer - temos que jogar/experimentar de tudo. Astro drive é um race to the end cujo objetivo é terminar a corrida espacial antes de seus oponentes. Para isso, é preciso navegar com sua nave por um corredor de cartas que vai formando um tabuleirinho cheio de obstáculos.



A cada rodada os jogadores ficam com três cartinhas na mão que possuem um número de iniciativa, uma quantidade de movimentos para frente e uma quantidade de movimentos para o lado (com alguns power ups de surpresa). Cada um joga sua cartinha, verifica a iniciativa e move sua nave.



Há buracos negros que atraem a nave, chuvas de meteoros que danificam a nave, dobras espaciais e planetas para desviar. Não é bom, mas a partida é de 15 minutos, pelo menos.

#GoGamers

domingo, 8 de março de 2020

Planet defenders

Olha, o nome é meio bobo, mas me diverti bastante com esse game. Eu não costumo ligar muito para miniaturas, mas os robozinhos de Planet Defenders são beeeeeem legais.



O game é um area control com set collection gostoso, leve e rápido. Acho que é aquele tipo de game legal para apresentar mecânicas novas para quem não está muito acostumado a jogar board game.



A ação se passa em um grid de 9x9 com tiles sorteados aleatoriamente. Cada um deles tem um bônus em energias e cristais. Com esses bônus você compra poderes e novos robôs (que são pontos para o final da partida).



Divertido, objetivo e rapidinho. Gostei bastante.

#GoGamers

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Space Base

Bom, achei bom esse aqui, mas a arte poderia ser bem melhor (eu não costumo reclamar disso, mas esse achei bem feio).



Cada jogador possui uma "régua-tabuleiro" com 12 casas e cada uma delas é ocupada com uma nave numerada de 1 a 12; quanto maior o valor, melhor o poder da nave. A cada rodada você roda dois dados e pode combinar de colocá-los em uma nave ou em cima de duas. O grande lance é ir "upando" suas naves e trocando-as por naves melhores que ficam disponíveis no tabuleiro.



O objetivo do game é fazer quarenta pontos. Se você tiver naves que dão pontos isso acelera o jogo. É preciso um planejamento light, mas gostei de jogar.

#GoGamers

domingo, 17 de março de 2019

Anachrony

Gostei desse aqui, mas precisa ser jogado novamente. Caixa grande, cheinha de componentes; uma delírio para os olhos boardgamers! Na primeira vez não deu pra explorar nem um cisco de possibilidades estratégicas que o game oferece. Vamos por partes falando um pouquinho de cada ponto central.



Anachrony é um board game de temática espacial com elementos de viagem no tempo. O game design é assinado a seis mãos por Dávid Turczi, Richard Amann e Viktor Peter. Se passa na Terra do século 26 que foi devastada por um apocalipse; por conta desse evento é possível acessar alguns pontos do passado para conseguir recursos perdidos e acelerar alguns progressos. Ponto para os caras que conseguiram retratar isso num board game.



O game é jogado em duas áreas distintas: um board coletivo e um mini board individual. A mecânica básica é de worker placement com umas alocações de action points. No entanto tem umas roladas de dados e set collection. No tabuleiro individual você controla seus trabalhadores e há uma mecânica interessante na qual eles vão dormir depois das ações; logo você precisa gerenciar quem está acordado e quem está dormindo para realizar os feitos tanto na área individual como na coletiva.



O jogo ainda tem sistema interessante de coletar bens que foram deixados pela linha do tempo. Você precisa adquirir recursos tecnológicos, construir prédios, construir super prédios e ainda ter alguns gênios na sua tripulação.



Tem uma complexidade de pontuação grande e é preciso estar ligado em umas 4 áreas o tempo todo. É daqueles que não dá pra jogar se distraindo (na imagem abaixo tem um full setup da brincadeira pra dar uma noção).



Outro ponto que gostei foi a arte do jogo a qualidade dos componentes. O layout faz a diferença e dá a atmosfera do game.

É bem sofisticado e realmente merece mais uma jogada. Valeu as 2 horas de jogo.

#GoGamers

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Farlight

Fazia tempo que não jogava um game de leilão. Recentemente experimentei esse aqui: Farlight. Mecânica clássica de fichas com números de 0 a 4 para ativar poderes limitados em um tabuleiro ambientado com temática espacial.



Você luta para vencer apostas em contratar tripulação, coletar pedaços de nave, adquirir combustíveis e alimentos. Há o momento de leilão e o momento de ajustar os pedaços da sua nave de maneira que ela fique coesa em sua essência (a nave é montada individualmente com cartinhas). Quando os players possuem os recursos mínimos devem voar para conquistar planetas e ganhar pontos.





É um jogo ok. Nada de novo, mas diverte. É rápido. A arte é meio escura demais e isso atrapalha um pouco a montagem da mesa e a identificação de elementos no board.

#GoGamers

domingo, 22 de julho de 2018

Rising 5

Mais um cooperativo que joguei recentemente. Rising 5 é um game no qual temos que evitar uma invasão alienígena. Para que isso aconteça temos que deduzir quais raças irão invadir nosso planeta e temos que fazer isso por meio de uma combinação matreira de cristais.



Os cristais ficam no centro do tabuleiro e é preciso mudá-los de lugar ou trocar com outros que estão disponíveis no tabuleiro. Cada vez que o grupo consegue juntar quatro pedras do poder pode verificar quais os palpites que estão certos de posição e cor dos cristais; para isso existe um aplicativo de celular que ajuda a verificar com a câmera o que está certo e o que não está.



Tem uns combates e alguns artefatos que complementam a brincadeira. No geral achei meio sem sal. O app poderia ser melhor também. Tem algumas pressões de tempo e níveis de dificuldade, mas achei que - por ser um coop - poderia ter mais interação entre os players.



Vale frisar que há cinco personagens no game que são controlados coletivamente. Cada um deles tem um poder que permite combater, trocar cristais de lugar, movimentar outras peças etc.

#GoGamers

domingo, 27 de agosto de 2017

Gravwell: Escape from the 9th Dimension

Opa! Ontem teve Workshop de Prototipação de Board Games na Encounter. Foi super legal e aproveito esse post para agradecer a todo mundo que participou. Depois de três horas de conteúdo, fomos relaxar um pouco e conhecer um jogo novo. A surpresa (positiva) do dia foi o Gravwell.



Gravwell é um game de naves e gravidade. Um belo "race to the end" espacial rápido e inteligente. Os jogadores estão tentando fugir da singularidade em um tabuleiro espiralado; para isso, utilizam cartas que podem repelir ou afastar a gravidade gerada pelas naves que estão mais próximas.

A ordem que as cartas são resolvidas vai mudando a maneira que as naves se posicionam no grid. É um pouco complicado de enxergar como a "gravidade" atua na mecânica do jogo, mas é bem genial como o autor conseguiu adicionar esse elemento na narrativa.



O game tem um sisteminha de iniciativa baseado em letras do alfabeto. O design é minimalista feito com poucos componentes e o replay é nitidamente alto. Este é o tipo de game que eu procuro atualmente para jogar ou comprar: que use poucas peças, seja rápido de aprender/jogar, gere variedade de partidas e seja de preço acessível.

Mais um bom produto nascido de financiamento coletivo do Kickstarter.

#GoGamers

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

XCOM: the board game

Esse é da safra de 2015 de jogos com mega packs de componentes e traquitanas. XCOM é baseado no jogo homônimo de computador/videogame que narra uma guerra entre aliens e humanos em um futuro desolado. O game funciona com o tabuleiro, cartas, miniaturas e um aplicativo mobile (tablet ou smartphone) que vai propondo os desafios de uma partida.



Quando vemos o game funcionando dá pra imaginar o trabalho que os criadores tiveram para criar e prototipar a ideia. Em termos de mecânica não há nada de novo, idem para temática. O grande lance é o aplicativo que gera um fator de tempo e eventos que vão interferindo conforme a performance dos jogadores em cada etapa da missão. Os papéis do game se dividem em comandante, cientista, mestre de armas e chefe de comunicações. A cada rodada cada um tem que ajudar o outro para eliminar os aliens em cada uma das searas do tabuleiro.



Os componentes são muito bem feitos e o aplicativo tem um design bem legal e tematizado para o jogo. Porém, não me atraiu muito. Eu gostei de jogar e conhecer. Gostei de ver como o app funciona bem em sincronia com o tabuleiro, mas não é um game que eu jogaria de novo. Achei que tem uma quantidade razoável de regras que se perdem um pouco por conta da sorte nos dados; veja bem, nada contra o fator sorte, mas achei que em determinados momentos estruturamos uma rodada inteira e dois azares nos dados destruíram tudo.



O jogo, no entanto, tem um gostinho da versão digital. Os fãs da série certamente vão gostar de experimentar.



Como o leitor deve imaginar é um game colaborativo. Falhamos miseravelmente na missão, mas jogamos com alguma regra errada que colaborou pra isso. Um ponto importante é que no fim de cada rodada o app já solta um checklist das missões que, dependendo do desempenho da equipe, gera resultados melhores ou piores para o passo seguinte.

Curioso. Acho que essa é a melhor tag para o game.

Para ver o app em ação, segue um vídeo com uma resenha mais completa:


#GoGamers

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Super motherload

Joguinho simpático dinâmico e fácil de jogar. Em Super Motherload os jogadores comandam equipes de mineração explorando o solo de marte em busca de pedras e metais preciosos. A mecânica básica é de deck building e - como em outros jogos desse gênero - é preciso ir ganhando pontos para incrementar seu deck com poderes/personagens mais robustos.



O layout é um ponto importante do game. Conforme a escavação vai acontecendo, o tabuleiro vai ganhando novas partes como se fosse ficando mais profundo e revelando itens mais precisos para serem adquiridos.



Quando um jogador inicia uma escavação deve colocar tiles pretos para indicar que um lugar já possui uma "entrada". É possível sempre usar um caminho iniciado por um player, por isso é importante estar atento aos movimentos dos oponentes para chegar em pontos melhores usando o esforço alheio.



Nada de novo, mas divertiu. Bem bacana. Jogamos em três players e eu consegui fazer uma limpa nos achievements especiais do game.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Starship Merchants

Joguinho bacana de logística e comércio embalado por uma roupagem espacial. Starship Merchants é mais um título da ludoteca do maior colecionador de jogos de nave que eu conheço, o amigo Estevão Puggina.



Cada jogador controla uma corporação explorando planetas e minerando matérias primas. O jogo possui um tabuleiro de ações circular e cada jogador deve: 1) comprar naves; 2) Fazer upgrades nas naves; 3) Minerar elementos (de um bag aleatório); 4) Definir um destino; 5) Fazer a entrega e começar tudo de novo. Há um elemento interessante: os jogadores podem rodar pelo tabuleiro em áreas diferentes, não é preciso fazer as mesmas ações ao mesmo tempo; se um player quiser perder mas tempo minerando, ele pode.



O critério para ganhar o jogo é fazer 100/150 moneys antes de todo mundo. Para isso é preciso planejar suas ações e movimentos com antecedência.



Dinâmica legal e relativamente rápido, mas tem aquela arte rebuscada que muitos jogos espaciais possuem que dificultam a visualização de maneira clara. Imagens do BGG. #GoGamers

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Star Realms

Star Realms é mais um projeto de Kickstarter que ganhou vida em terras estadunidenses. O card game é simpático, apesar de não ter nenhuma inovação de mecânica ou temática. A mecânica é de deck building ultra rápido com temática espacial.



Apesar de não ter nada demais, conseguiu cativar um grande público e está difícil de encontrar o pack inicial para sair brincando. O amigo Estevão que coleciona jogos com temática espacial conseguiu o seu por módicos 10 dólares.



Joga-se de 2 a 4 players e a arte das cartinhas é bem legal. Acho que esse tipo de projeto - que é paisagem em terras estrangeiras - acaba sendo uma boa inspiração para a gente pensar indie games aqui no Brasil.

Imagens do BGG.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Among The Stars

Orra, jogo bem legal esse aqui. Among The Stars tem a pegada Seven Wonders de escolher uma carta e passar o restante da mão para o próximo jogador, mas aqui sem usar poderes das áreas dos oponentes vizinhos. A temática é espacial e o objetivo é montar uma estação para marcar pontos e ganhar o jogo.



Cada jogador controla uma raça com um poder espacial e deve ir montando sua base a partir de um reator central. É essencial ir gerenciando dinheiro e energia para construir as diferentes partes da nave que envolvem áreas como armas, centros de lazer, salões de diplomacia, mercados etc. É um deck building bacaninha e já possui algumas expansões que geram mais interatividade entre os jogadores.



Componentes e arte bem legais. Lembrou a atmosfera do Space Dealer. Entrou na wishlist esse aqui. Imagens do BGG.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Kosmonauts

Jogo russo (e um belo jogo, diga-se de passagem) de autoria de Nadezhda Penkrat e Yury Yamshchikov. Os players são cosmonautas que precisam explorar o sistema solar. Quem visita todos os planetas e volta para a terra ganha a partida. Parece simples, mas há um componente bastante interessante: a órbita dos planetas e a manipulação dos foguetes da sua nave.



As rodadas são divididas em fases e a primeira delas é escolher uma carta de penalidade/benefício que irá afetar todos os jogadores. Em seguida planeja-se o movimento escolhendo quantos cubos de combustível serão gastos para movimentar a nave em diferentes direções. Executa-se o movimento para ver quem consegue pousar nos planetas e, por fim, os planetas andam. É muito legal planejar o movimento pois você precisa ficar compensando os retro-foguetes para montar sua rota; outro ponto essencial: é preciso pensar sempre alguns turnos na frente porque além da missão básica de pousar nos planetas é preciso cumprir cartas de objetivo secreto.



O jogo é bastante equilibrado e demanda um raciocínio mais acurado, é preciso cuidar da sua nave no tabuleiro grande e nos status dela no mini tabuleiro individual. Não é muito recomendado jogar bebendo. As pontuações dos bônus se completam em relação aos objetivos principais, logo é possível equalizar bastante as partidas. A arte é bem legal também e tem um espírito diferente por ser um game russo.



Esse veio da ludoteca do amigo Big que adquiriu a versão portuguesa do game.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Theseus: The Dark Orbit

Mais um game com temática espacial que aterrissa aqui no Game Analyticz. Aliás, esse ano foi rico em jogos com essa temática. Theseus: The Dark Orbit é um título no qual cada jogador (joga-se de 2 a 4) comanda uma raça alienígena buscando cumprir objetivos específicos. Há raças que ganham o jogo fazendo pesquisas nos planetas e outras que faturam a vitória destruindo tudo que aparece pela frente.



A mecânica é baseada em action points e cada jogador precisa mover seus personagens em um tabuleiro modular. Cada local que o marcado para possui um poder diferente e ativa efeitos variados na partida. Cada raça ainda possui um deck de cartas para construir poderes especiais nos planetas e agilizar a conquista de pontos. Os personagens evoluem e conseguem dar mais danos ou fazer pesquisas mais rápidas conforme o game avança.



A arte é bacaninha e os componentes são legais, mas achei o game bastante desbalanceado. Jogamos duas partidas e deu pra perceber que existe aquela raça que dá o combo matador e ganha o jogo muito fácil. Jogos assimétricos são sempre difíceis de balancear e esse aqui - na minha opinião - ficou bastante fora de ordem.



Falaram que ele funciona melhor em 2 players. Ainda quero jogar nesse modo para ver melhor.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Eminent Domain

Esse aqui é da adega lúdica do amigo Estevão. Sem erro: ficção científica de colonização de planetas com mecânica de deck building. Me chamou a atenção a arte do game, mas especialmente das cartas de planetas. O pack de naves também é bastante divertido.



Eminent Domain é jogado em duas fases a cada rodada: 1) ação individual e 2) ação coletiva, na qual os demais players "seguem" aquilo que foi feito pelo jogador da vez. Eu gostei bastante do game; ele não possui nada de genial, mas é bem encadeado e redondinho na dinâmica. Há uma porrada de ações extras e maneiras de se conquistar planetas, o que dá a letra de uma boa re-jogabilidade.



É rapidinho e emocionante na parte da contagem de pontos contagem de pontos. Imagens do BGG.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Quantum

Quantum foi a surpresa da noite lúdica da semana retrasada. Título assinado pelo Eric Zimmerman, que é um renomado pesquisador do mundo dos games e autor do livro RULES OF PLAY, o jogo surpreendeu por misturar elementos abstratos com temática de controle de área espacial. Jogamos duas partidas na sequência e caiu bem. A arte do game é bem caprichada também.



O objetivo do jogo é alocar quatro cubos de quantum para diferentes planetas de um sistema solar. Para isso os jogadores precisam movimentar suas naves (representadas por dados coloridos) pelo tabuleiro. Ponto bacana: cada valor (de 1 a 6) é um tipo de nave com poder específico e quanto maior o número melhor para o movimento, mas ruim para batalhas. Os jogadores devem alocar suas naves até bater exatamente o número do planeta e assim colocar cubos de quantum.



Cada jogador controla uma raça diferente, mas o jogo é simétrico. Só muda o desenho do mini tabuleiro de referência. Há ainda um deck de cartas com poderes fixos e efeitos instantâneos para incrementar a disputa no jogo. Sempre que um jogador pontua um quantum ou melhora seu dado de pesquisa, pode comprar um poder da pilha.



Conheci o figura que assina o jogo em um congresso de games que participei na Holanda em 2011.



Jogamos mais uma vez na semana passada e ainda segurou bem as pontas. Imagens do BGG. Go gamers!

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Cosmic Encounter (revisitando um clássico em nova roupagem)

Em 2008 eu publiquei um post aqui no blog sobre o clássico game espacial Cosmic Encounter. A versão que joguei na época era da ludoteca do amigo Mauro Berimbau, meu parceiraço de jogatinas e empreitadas no Gamelab ESPM. A versão que jogamos na ocasião era bem espartana: ilustrações feitas com lápis de cor, design de tabuleiro sem imagens (só grafismos) e componentes que estavam longe de ser bonitos; porém, foi uma excelente experiência.

Essa semana tive a oportunidade de jogar a versão mais recente (2008) lançada pela Fantasy Flight. Essa veio da ludoteca do amigo Estevão e estava turbinada com expansões e outros adendos.



O game é baseado em invasão de planetas (um tipo de controle de área) e é temperado com negociação entre os players. O grande lance é fazer alianças para atacar ou se defender de ataques. O jogo é totalmente assimétrico e cada jogador joga com uma raça com poder único (no pack que jogamos já era possível escolher 150 raças diferentes). Ganha quem coloniza planetas e marca mais pontos. Logicamente há as raças "apelonas" que ganham jogo no automático, mas é impossível fazer um jogo dessa magnitude 100% equilibrado para todo mundo. No meu ponto de vista, é um game para ser jogado cada vez com um povo diferente para sacar diferentes estilos.



Da versão nova gostei do layout das cartas/caixa, ajustes e novos poderes nas cartas. As expansões são infinitas e funcionou super bem entre 4 players.

Imagens do BGG.