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terça-feira, 14 de julho de 2020

Om Nom Nom

Para quem acompanha o Game Analyticz sabe que eu esto numa maratona em busca de bons jogos para jogar solitariamente. Até agora os resultados foram meio frustrantes; o game “Om Nom Nom” foi o mais ok até agora, mas está longe de ser bom.



Om Nom Nom” é um jogo sobre cadeia predatória. Há três tabuleiros, cada um deles com três linhas que mostram uma cadeira de predadores. Por exemplo: o porco-espinho (no topo), come o sapo (no meio) que come o mosquito (na base).



O gameplay consiste em rolar 15 dados e distribuir no tabuleiro do meio para a base. Daí, cada jogador escolhe uma carta para colocar do meio para cima. As cartas são reveladas e se alguém colocou uma carta única numa posição superior, leva as cartas e dados que estão para baixo.



Na versão solo você joga contra oponentes imaginários comprando as cartas aleatoriamente a cada rodada. É muito rápido e enjoativo. Vamos que vamos na busca por algo simples, rápido e legal.

#GoGamers

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Friday

Friday é uma aquisição recente para minha ludoteca. É um solitaire game assinado pelo alemão de cabelo verde Friedemann Friese que já virou um grande companheiro de desafios. O jogo conquista pela simplicidade, pelo desafio de terminar em diferentes níveis e na mecânica simples de deck building e hand management.



Em Friday, tal qual no romance de Daniel Defoe, você é o personagem Sexta-Feira ajudando Robinson Crusoe a sobreviver e escapar da ilha. O jogo usa um tabuleiro com cartas de perigos e outro com cartas de ataque, sendo que o desafio é superar os desafios ficando cada vez mais experiente para os tempos mais difíceis que irão surgir. Você deve gerenciar sua mão com cuidado, pois ao vencer os perigos eles se transformam em cartas de apoio. Conforme o tempo passa, seu deck vai ganhando cartas de "velhice" que irão atrapalhar no momento das batalhas. A batalha final é contra piratas e - logicamente - você vai ter que usar as melhores cartas de poderes e todos seus pontos de vida para vencer.



Gosto muito dos jogos do Friese e esse foi mais uma bela aquisição. Acima de tudo, o jogo foi inspirador para um projeto de solitaire game que estou tentando desenvolver utilizando dados. Nota 7,5 para este daqui (só arte é meio miserável).

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Onirim

Onirim é um jogo estranho. Bom, primeiramente ele é um card game para um jogador com a possibilidade de dois jogarem de maneira cooperativa, mas a essência dele é para somente uma pessoa. A ideia do game é que você está sonhando e deve achar 8 portas coloridas para acordar e fugir dos pesadelos. Se você acha as portas ganha o jogo, mas se o deck acaba, vc perde.

A mecânica é de set collection onde você deve fazer combos de três cores de cartas em uma fileira (que representa o labirinto) para conseguir as portas no deck principal. O tempo todo você tem que embaralhar o deck para buscar novas cartas, o que dá um trabalhinho.

A arte é bem curiosa. São desenhos quase infantis, mas bem pertinentes com a temática. É um bom game para passar o tempo e vem com uma expansão que o torna mais interessante. Joguei algumas partidas dele no avião (cada partida não passa de 10 minutos).

Mais um para a coleção de pequenas caixas. Imagens do BGG.