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sexta-feira, 22 de abril de 2022

HORA DO RPG! "OPERA Mythos: Sombras de Amiens"

Meu grande amigo de infância, Leo, é um dos autores do RPG 100% brasileiro OPERA. Baita orgulho desse cara que não para de produzir material para os role playing games que são uma paixão para ele. Bom, apesar de não jogar com a frequência que gostaria, também curto demais um RPG de vez em quando.

O Leo - junto com um grupo de aventureiros do desconhecido - acabou de lançar um suplemento para o sistema OPERA que é o Sombras de Amiens. Um livro primorosamente ilustrado ambientado na ficção clássica lovecraftiana.







O meu já ganhei autografado, mas você pode comprar no site oficial do OPERA (tem versão PDF e capa dura).

Segue a descrição épica desse livro que, sem dúvida, é um dos mais bonitos da minha estante de RPG!

OPERA Mythos: Sombras de Amiens é uma mini-campanha para 2 a 3 sessões de jogo ambientado no universo criado por H. P. Lovecraft, um universo de um horror cósmico extradimensional (muito diferente dos clássicos Vampiros, Lobisomens e Fantasmas), ambientado nos anos 1920 uma época onde o progresso da tecnologia do automóvel, do rádio, e da luz elétrica, convivia com as noites a lampião nos lugarejos, vastas regiões do mundo ainda inexploradas… cidades perdidas criaturas mais antigas que a humanidade e um horror que leva a loucura a morte ou um destino ainda pior.

Essa mini-campanha usa a versão atualizada do Sistema OPERA de RPG, com regras revisadas e adaptadas especialmente para o cenário de horror cósmico dos Mythos criados por H. P. Lovecraft, e serve de aperitivo para o futuro módulo de RPG OPERA Mythos.


De quebra, tem uma aventura solo para sacar a ambientação, aqui.

#GoGamers #GoBrazilianRPG

domingo, 4 de setembro de 2016

A Study in Emerald

Sou fã do Neil Gaiman. Seja em quadrinhos, livros ou filmes o sujeito manda muito bem. Um de seus contos mais emblemáticos intitulado "Um estudo em esmeralda" (clique aqui para ler) virou boardgame assinado pelo emblemático Martin Wallace. A história, que faz parte do livro COISAS FRÁGEIS, é uma mistura de Sherlock Holmes com o universo lovecraftiano de Call of Cthulhu. Mistura boa, diga-se de passagem. =)



O jogo, com mecânica central de deck building, sintetiza o clima do conto. Os jogadores devem alocar seus investigadores por diversas cidades do mundo reunindo recursos para combater as criaturas abissais e os asseclas das entidades que querem exterminar nossa existência. A pontuação é bem esquisita (o dedo caprichoso do Sr. Wallace aqui) e a arte fica na pegada de outros games cthulhescos que já vimos perambulando pelo universo dos board games. Joguei a segunda edição que está bem caprichada (alguns amigos tinham feito um print and play um tempo atrás que não encantou muito).



O game tem um mecanismo legal de manter influência sobre as cidades e eliminar agentes dos oponentes. Joga-se em dois times, mas os jogadores não sabem quem faz parte de qual lado - detalhe divertido da brincadeira. Achei só um problema: a partida é rápida demais. Quando eu estava começando a montar um combinho com uma estratégia mais elaborada, puf!, acabou a partida. Esse vale jogar mais.

Imagens surrupiadas no BGG.

#GoGamers

terça-feira, 12 de maio de 2015

Kingsport Festival

Se o Lovecraft fosse vivo ele ia ganhar royalties mensais infinitos por conta de dice/board/card games ambientados dentro do universo dos ancient ones. Kingsport Festival é mais um título que traz todo o panteão de divindades cósmicas do mestre do horror para um cenário lúdico.



O game, na verdade, é um Kingsburg de Cthulhu. A cada rodada os jogadores (que fazem o papel de cultistas) rolam dados para conseguirem favores das divindades macabras; depois precisam conquistar territórios e enfrentar os investigadores que estão na cola deles. É beeeeeem igual ao Kingsburg.



Apesar de tudo, como sou fã do H.P. achei o game interessante. Tem umas dinâmicas de pontos de magia e cartas de poderes que incrementam bem a partida. Imagens do BGG.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

RPG de natal

Natal é época de presentes, de comida boa e - claro - de RPG de Call of Cthulhu. Religiosamente, há alguns anos, rola algum tipo de atividade lúdica no natal catanduvense. O evento já teve várias denominações (massacre de natal entre elas), mas hoje é um pretexto para reunir amigos da velha guarda lúdica e dar boas risadas.



Hoje meu grande amigo Leo mestrou uma aventura singular de Call of Cthulhu no sistema clássico da Chaosium (de 1981). Usamos um suplemento interessante que se chama Golden Dawn, que foca em aventuras cthulhescas para a era vitoriana. O material disponível para o "universo expandido" de Cthulhu é gigantesco e rende boas histórias para quem é fá do gênero.



Comecei a jogar RPG em 1991 com a mesma galera que joguei hoje. Nos encontramos pouco, mas é sempre legal jogar um RPG para matar saudade. Que não falte anualmente a aventura de Cthulhu.



Go gamers!

terça-feira, 18 de junho de 2013

Elder Sign

Eu sou fã de tudo que deriva do Sr. Lovecraft, até mesmo o infame Cthulhu Dice. Com o Elder Sign não foi diferente, gostei e achei e bem divertido. Card/dice game bem leve com pegada colaborativa que fez a alegria do nosso seleto grupo de jogadores recentemente.



O jogo é baseado em um grid de cartas com missões. Cada player possui um personagem com habilidades especiais para resolver as missões rolando dados. A sorte é um fator alto no jogo, mas há momentos de decisão interessante entre os players. O universo de Cthulhu está todo presente em uma ótima ambientação, se eu pudesse resumir este game diria que é uma versão light do Arkham Horror (e eles são da mesma série).



O pack de dados, cartas e marcadores é bem cuidado e caprichado. Vale pelo visual dark. E para completar o clima do jogo, segue a recomendação do amigo Oscar para a trilha sonora perfeita para este game:



Um bom dark ambient deixa este tipo de game mais legal. Mais um bom jogo conferido com o melhor grupo de amigos gamers da galáxia. Imagens do BGG (como sempre).

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Do You Worship Cthulhu?

Esse aqui é uma releitura do clássico Werewolf, só quem com elementos de Cthulhu (leia a resenha original no link). Troque os lobisomens por cultistas e pronto. Os aldeões são os mesmos e até o vidente é o mesmo. A ideia  e os turnos são os mesmos, mas há um grande incentivo para que os jogadores criem seus próprios personagens nesse game de interpretação de papeis.



Claro que com Cthulhu o game fica mais legal. Jogam de 6 a 30 players e esse aqui é ideal para mostrar em aulas de game design com muita gente.

Ganhei do meu primo. Mais um curioso para a ludoteca. Imagem do BGG

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Mansions of Madness

Pra começar a semana bem, mais um Cthulhu game assinado pelo selo Fantasy Flight. Primeiro vamos falar dos componentes: arte primorosa, miniaturas animais, tiles e mais tiles lindos e um manual + livro de histórias ricamente ilustrados. Um pack portentoso (e pesado) que certamente agrada qualquer fãs das histórias do Sr. Lovecraft.

Meu primo comprou a caixa e estreamos recentemente em uma partida com 5 players. Um player faz o papel de inimigos/monstros e os demais jogam com investigadores. Ou seja, é um jogo colaborativo contra um jogador específico.

Basicamente é um jogo de investigação onde é preciso ir desbravando cômodos de um tabuleiro modular que guarda cartas com pistas, armadilhas e segredos. Há vários setups prontos e expansões e cada jogo parte de um roteiro diferente. O game cria umas situações um pouco inverossímeis como uma freira com shotgun (!), mas isso não atrapalha a diversão e na mesa certa ainda garante boas risadas.

(Ih, fudeu! O Cthulhu apareceu!)

Os roteiros começam como um enigma. Nunca se sabe o objetivo de cara e é preciso explorar as MANSIONS OF MADNESS para descobrir cada um deles. Há vários personagens para se jogar e uma série de equipamentos diferentes para combinar, rende muitas partidas variadas e fica bem legal jogando de galera.

Imagens do BGG.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Call of Cthulhu

Infelizmente o RPG é uma diversão que fica cada vez mais em segundo plano. Porém, uma vez por semestre é sagrado mestrar uma aventura de Call of Cthulhu, minha ambientação/sistema favorito.

Essa semana reuni meu primo João e o amigo Big para uma aventura que teve sua primeira parte concluída em uma balada (!) aqui de São Paulo. A foto abaixo é a prova disso:

As roladas de dados foram feitas no iPhone que garantiu a diversão. Mais um arco de histórias que se inicia e não tem data para acabar, mas o importante é não deixar de praticar esse bom hábito.

Espero jogar ou mestrar pelo menos mais um joguinho esse ano ainda.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Call of Cthulhu the card game: Screams from Within expansion pack

Post rapidinho para mostrar uma expansão bem bacana para o Call of Cthulhu card game que eu adquiri. Sem muitas novidades, apenas algumas cartinhas que acrescentam dinâmicas novas para as histórias a serem jogadas.

Paguei a bagatela de 2 euros no pack e com certeza ganhei um novo leque de opções para brincar com o jogo mãe.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Cthulhu Statue for "Call of Cthulhu the card game"

Esse é pra dar um clima no game do post anterior. Mini estátua do Cthulhu para colocar no meio da mesa, um mero enfeite que deixa o game mais legal! Enquanto você joga os cards o Cthulhu te olha feio e te amaldiçoa. Medo.

Sucesso pra coleção!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Call of Cthulhu the card game

Eu já falei sobre esse game aqui no blog nesse post de 2008. Na verdade é o mesmo jogo só que com roupagem nova: ao invés de um pack inicial e boosters temos uma big caixa com uns adendos.

A mecânica não mudou em nada, continua sendo um card game com sete "times" para você misturar de dois em dois e jogar. A diferença é que este pack aqui vem com um tabuleiro bem legal, marcadores de sucesso/dano e miniaturas de Cthulhu (do Bag of Cthulhu).

O game é divertido para quem leu os livros e curte o universo do Sr. H.P. Lovecraft. E agora ao invés de boosters, temos packs temáticos de cartas onde cenários específicos das histórias são revelados.

Foi uma bela aquisição e sem dúvida nenhuma vai render bastante. Pois com um punhado de cartas que eu já tinha, mais as quase 150 da caixa já dá para fazer uma boa bagunça.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Illuminati Card Game

Card conferido em uma Ampla Night com bons amigos e bons vinhos. Illuminati Card Game segue a linha temática do RPG de mesmo nome, porém com algumas diferenças. Na versão com cartas cada jogador comanda uma das emblemáticas facções do game como Os Gnomos de Zurique, Servos de Cthulhu, Illuminati da Bavária, etc.

O objetivo do game é juntar recursos monetários para adquirir outras facções que vão tornar sua organização mais poderosa. Através de uma mecânica de ir ligando as cartas por tipos e poderes cada jogador vai ficando mais forte. Algumas cartas são antagônicas e nunca podem coexistir no mesmo time, logo é preciso planejar como as peças irão se ligar.

No início o game é um pouco parado, mas assim que os grupos vão crescendo vão surgindo os combates entre os players. O game possui uma arte ligeiramente precária e um fator sorte muito alto, mas com a galera certa é bem divertido.

FNORD!

segunda-feira, 28 de março de 2011

Cthulhu Plush Dice Bag

Esta é uma excelente dica para quem precisa de um recipiente legal para acondicionar seus dados e é fã da literatura de horror de H.P. Lovecraft. Estou falando do Cthulhu Plush Dice Bag, uma simpática "bolsa" de pelúcia com zíper na parte de trás que permite que você guarde alguns sets de dadinhos dentro.

Comprei esta pérola aqui na Cool Stuff e chegou semana passada. Vou usar para guardar meu set de dados fosforescentes do Cthulhu e meu game CTHULHU DICE. Aliás, essas tranqueiras relacionadas aos games sempre são geniais.

quinta-feira, 24 de março de 2011

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Cthulhu Dice

Uma tosquice divertissíma da Steve Jackson Games para jogar com amigos bêbados que chegou para minha coleção (graças ao amigo Torselli que encomendou junto com seu último contrabando). Cthulhu Dice é um game onde os players são seguidores de Cthulhu e tentam não enlouquecer.

Na sua vez você rola o dado e vê se perde pontos de sanidade para outro jogador, para o Cthulhu ou se recupera algum ponto perdido. É pura sorte, mas o dado é estiloso e vale os 4 dólares da brincadeira.

Para quem quiser conhecer ao pé da letra a produção, assista ao vídeo a seguir:



Szia!

terça-feira, 25 de maio de 2010

O fim

Lost acabou este fim de semana (aliás, que final de merda) e acabamos aqui uma aventura/saga de RPG de Call of Cthulhu que se iniciou em 2007. O fim, como em toda trama ambientada nessa realidade, teve final trágico com suicídio, matança e insanidade.

Longa vida aos que vão iniciar uma nova aventura brevemente.

terça-feira, 18 de maio de 2010

RPG (depois de um longo inverno)

O grupo é antigo, mas o pique de jogo não diminui. Ontem, após um longo inverno, retomamos as velhas fichas de Call of Cthulhu (Chaosium Edition) para darmos continuidade a uma velha história.

Bom pra desenferrujar e motivar a escrever mais games dessa série que é minha favorita. Semana que vem, se o grupo topar, tem mais.

terça-feira, 30 de março de 2010

Horror Clix

Depois dos famigerados jogos de miniaturas Mage knight, Mechwarrior e Heroclix surge aqui no Game Analyticz mais um título da série clix: trata-se do Horror Clix. Na verdade este aqui é um "mais do mesmo" pois as regras são as mesmas do sistema clix, o que muda é só a temática que agora é puxada para personagens de terror.

Pontos que valem a pena ser destacados desse produto: fizeram os aliens, predadores e até mesmo um Cthulhu tamanho família pro jogo, olhem só:

As pecinhas são bonitas e se você não é um fã de clix, no máximo vão servir para decorar sua estante. Apesar de não ser novidade, comprei uns packs pra brincar no início do ano na GAME ZONE no Peru.