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segunda-feira, 20 de outubro de 2025

Sherlock Express

Mais uma caixinha da Paper Games que chegou para a minha ludoteca de pequenos games. Este aqui, de certa forma, me lembrou o Procuratos. É um game de percepção visual bem simples e bem divertido.



São abertas 6 cartas redondas na mesa. Nela há imagens de pandas, koalas e tigres. Eles podem ter um parque, uma casa de chá e uma biblioteca de cenário de fundo. Eles podem ter monóculo, bigode ou chapéu de acessório.



Os jogadores possuem cartas com álibis que vão sendo abertas a cada turno. Elas representam individualmente um bicho, um lugar ou um item. É preciso ir fazendo uma análise visual rápida para ser o primeiro jogador a bater na única carta que não tem nenhum álibi.

É bem simples e funciona bem de 2 até 8 players.

2025: o ano do carteado!

#GoGamers

segunda-feira, 26 de maio de 2025

King's Gold

Esse aqui é um jogo beeeem bobinho que me lembrou o clássico Zombie Dice, só que com temática de pirata. O pack é divertido: várias moedinhas de plástico bem feitas e um set de 5 dados muito bonitinho.



Na sua vez você rola dados. Se cai X trava o dado. O resto você pode rolar mais duas vezes. Canhão com moeda, o jogador pega o número de moedas e dá o mesmo número para o rei. Caveira com moeda, pega o número de moedas de um jogador. Tudo de moeda, pega tudo do rei. Tudo de caveira, pega tudo de um oponente. Tudo de canhão, ganha o jogo automaticamente.



Simples e bobinho.

Valeu porque está por R$ 45,00 na Playeasy.

#GoGamers

segunda-feira, 12 de maio de 2025

O que o quê

Eu achei que tinha jogado todos os jogos da linha micro da Paper Games, no entanto, ontem, passando numa loja de jogos, descobri que ainda não tinha conhecido O QUE O QUÊ que é mais um título do Knizia para esta coleção de caixinhas minúsculas.



Como todos os jogos dessa série, temos poucos componentes, regras rápidas de aprender e, na maioria dos casos, uma boa dose de diversão.



Neste título aqui, uma carta com três figuras revelada no centro da mesa. Em seguida outra carta com três figuras é revelada também. Se algum dos elementos for igual, o jogador que gritar primeiro o nome daquele elemento, leva a carta que já estava previamente na mesa e deixa a outra para que o jogo continue rolando. É possível ficar com várias cartas abertas na mesa e se alguém erra um objeto, perde uma carta que ganhou.

É um jogo clássico de percepção visual que vai agradar a galera do party game.

E, como todos os jogos dessa série, o incrível Preço de R$27 deixa tudo mais interessante. Agora sim, minha coleção está completa.

#GoGamers

segunda-feira, 5 de maio de 2025

Prey another day

Missão: levar um jogo para um churrasco no qual estariam adultos e crianças. Todo mundo civil; ninguém ligado em quase nada de games. Bom, missão dada, missão cumprida. Levei o Prey another day que a Galápagos lançou por aqui e fez sucesso geral. O game é muito simples: joga-se de 2 a 5 players cada um com um deck de 5 cartas com cinco bichos: urso, lobo, lince, coruja e ratinho. Urso valendo 1 ponto e aumentando até o ratinho que vale 5.



Todo mundo coloca uma carta secreta na mesa e alguém vai cantando do urso para o ratinho quem colocou uma ou outra carta. Se alguém colocou o urso e mais pessoas também, essas cartas apenas viram pontos. Agora se alguém coloca um animal sozinho, essa pessoa pode escolher um animal pra caçar. Imagine que só uma pessoa colocou o lince e há dois outros players sem cartas reveladas. Ele pode optar por caçar coruja ou ratinho. Se acerta um dos dois (ou ambos colocaram igual e ele acerta) esses players estão fora da rodada.



Apesar de todo mundo ter gostado e eu ter saído como O CARA QUE CONHECE TUDO QUANTO É JOGO DO PLANETA, confesso que fiquei meio puto comigo mesmo. Comprei na pressa, paguei 150 paus e dava pra ter feito uma versão caseira rapidinha. Achei que, apesar de bonito e de qualidade, o preço do game é incompatível com o que ele é. Esse seria um excelente título para sair no formato (e preço) da Paper Games.

Mas, faz parte.

#GoGamers

terça-feira, 14 de janeiro de 2025

Dedín

E vamos começar os trabalhos de 2025. Dedín foi o primeiro título inédito conferido esse ano. Um party game de agilidade bem simples. Mais um título que a Paper Games trouxe na linha pocket.



Basicamente, uma carta é colocada no centro da mesa e os jogadores colocam o indicar nela. O jogador da vez fala um número entre zero e o número de dedos que há na carta. Numa partida com 4 players, você pode falar de zero até quatro. Daí, após falar o número, rapidamente, as pessoas tem que tirar ou deixar o dedo. Se o número de dedos que ficaram foi igual ao que o jogador falou, ponto.



As cartas são botões e há poderes: roubar carta, pegar carta dupla e pegar a carta mais uma do monte.

É ok, mas eu joguei uma vez e bastou. Não funciona com duas pessoas.

#GoGamers

sexta-feira, 29 de novembro de 2024

Lemur

O Lux Nova seguia sendo meu game favorito da linha micro da Paper Gamer, mas ontem eu joguei Lemur e agora tenho um novo top 1. Como todos os games da série, esse aqui também é assinado pelo senhor Reiner Knizia. É um deck de 25 cartas como peças de dominó que possuem números de 1 a 5 e a figura do lêmure.



Cada jogador começa com 5 cartas na mão. Uma carta é aberta na mesa. Na sua vez você deve jogar uma carta em cima da anterior que possua, pelo menos, um valor igual. Se não pode jogar, compra e passa a vez. Se você jogar uma carta com números duplos, de quebra, passa uma carta da sua mão para o jogador da esquerda.



Quando alguém bate a mão, a partida acaba. Então, soma-se os pontos que ficaram na mão dos outros jogadores e anota-se numa folha. Depois de um número pré-acordado de rodadas, quem tiver menos pontos ganha. Ah, sim, a imagem do lêmure tem valor estratégico, pois vale zero quanto vai ser feita a contagem de pontos.

Joguei com a galera da pós-graduação de games que dou aula. O pessoal ficou empolgado e rolaram duas partidas.

#GoGamers

segunda-feira, 30 de setembro de 2024

Quem foi?

“Quem foi que largou um tolete fecal no chão da sala?”. Essa é a questão detetivesca que vai te obrigar a resolver para provar a inocência dos seus animais de estimação em QUEM FOI?, mais um título da linha pocket da Paper Games.

É daqueles games de caos e gritaria. Muita gritaria.

Cada jogador tem um set de cartas de animais na mão: peixe, gato, coelho, hamster, papagaio e tartaruga.



Um player joga a primeira carta e diz “NÃO FOI O MEU GATO QUE CAGOU NA SALA, FOI UM HAMSTER”.

Daí, o jogador que, mais rapidamente, jogar o hamster em cima do coelho deve dizer “NÃO FOI MEU HAMSTER QUE DEFECOU NA SALA (o legal é alternar os verbos), FOI O PAPAGAIO!

E assim vai até alguém culpar um animal que ninguém mais tem na mão. Daí, esse player ganha uma carta com um simpático monte de merda de ponto negativo. Quem tiver três merdinhas, perde o jogo. Quem tiver menos ganha. Foi um grande sucesso na aula de game design dessa semana da PUC 😅.

#GoGamers 💩

domingo, 2 de junho de 2024

That's not a hat

Aaaaaaamigos do boardgame, que jogo divertido esse THAT'S NOT A HAT. Acabou de chegar aqui no Brasil pela Galápagos. Uma galera já tinha me falado bem dele, então, comprei pra conferir. Jogo excelente para levar pro bar (mas pra jogar antes de tomar umas).

That's not a hat é um jogo de memória. Você coloca cartas em preto e branco com objetos para os jogadores e estes devem virar e entregar para o jogador da esquerda ou da direita. A questão é que, quando você entrega um presente, tem que lembrar o que é o objeto e aí que vem o elemento de memória.



A resenha oficial do game é esta aqui: That’s Not a Hat vai testar o seu poder de memorização! Os jogadores dão presentes uns aos outros e tentam lembrar-se de quem tem qual presente à sua frente. Se não se lembrar de qual presente está a sua frente, terá que ser muito bom de blefe, caso contrário receberá pontos negativos. Quem tiver menos pontos negativos no final ganha o jogo!



E o vídeo a seguir tem uma síntese da regra do jogo:



Gostei! Mais uma caixinha perolada para a coleção!

#GoGamers

terça-feira, 7 de maio de 2024

Duplo Risco

Acho que eu já falei aqui, mas vale recordar um hábito salutar que desenvolvi no último ano: toda sexta-feira eu passo na loja Newstation na Vila Mariana e compro um card game para o final de semana.

A ideia é gastar pouco e sempre conhecer um jogo novo. Normalmente, na segunda-feira, eu sorteio esse jogo na minha aula de game design na graduação de Jogos Digitais da PUC. Todo mundo sai ganhando e os favoritos eu coloco na coleção.

No meio dessas compras, já coloquei vários games novos na minha ludoteca como Stonks, Corta, Trick of the Rails e outros.

O game dessa semana foi o Duplo Risco, um carteadinho de 2 até 8 pessoas que você joga uma carta numa pilha no centro da mesa e precisa evitar que a soma acumulada dê números duplos como 11, 22, 33, 44 e assim vai. Se algum jogador chega em um número desse ou estoura 99 ou mais perde uma vida (todo mundo tem três vidas).



É simples e tem umas cartinhas “uno style” que invertem o sentido de quem joga, que faz um player jogar duas cartas seguidas e cartas negativas.

Mais um conferido. Uma curiosidade é que não tem o nome do autor no game. Aqui no Brasil saiu pela Galápagos.

#GoGamers

quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

A fake artist goes to New York

Esse game aqui você não precisa comprar. Se você tiver um estojo de canetinhas e papel, pronto. Maaaaaas, essas caixinhas da Oink são um charme e o instinto colecionador fala alto nessa hora 😁.



A fake artist goes to New York é possível de ser jogado de 5 até 10 players. É um game no qual um patrono das artes está mancomunado com um falsificador de quadros. A cada rodada, um player será escolhido para ser o patrono e vai escrever um termo que corresponde ao quadro que os artistas vão produzir. Por exemplo: ele escreve "elefante" em mini lousas e distribui para todos os players e anuncia a categoria do desenho (no caso, "animais"). Ou seja, todo mundo vai ter que fazer um pedaço do desenho de um elefante. Só que o falsificador recebe um X. Ele não sabe o que deve ser desenhado, por isso precisa se fingir de entendido para passar despercebido.



Os jogadores têm uma folha na qual devem desenhar um pedaço da obra (no caso, um elefante). Serão feitas três rodadas e todo mundo tem que dosar o quanto vai completar do desenho para não fica na cara para o falsificador o que está sendo produzido.



Ao final do desenho (que sempre vira uma bosta épica), todo mundo aponta para alguém que acha que é o falsificador. Daí, algumas coisas podem acontecer: A) alguém é o falsificador, mas essa pessoa pode tentar chutar o que era a obra que estava sendo produzida - se ela acertar, o patrono e ela ganham ponto; mas, se errarem, os artistas ganham ponto; B) Os artistas apontam para alguém que não é o falsificador e o patrono e o falseta ganham pontos.



É bem divertido e - por ser possível de fazer versão caseira - pode render bons momentos de diversão de galera. A seguir, um vídeo com a explicação das regras e como fazer a versão home made.



Mais uma pequena caixa com grandes diversões pra coleção!

#GoGamers

sexta-feira, 3 de novembro de 2023

Mesozooic

Ô que surpresinha boa esse game. Comprei numa promoção e - confesso - completamente no escuro. Peguei a versão nacional da Galápagos, mas o game tem selo de qualidade Z-MAN (que é uma das minhas publishers favoritas). Mesozooic é sobre construir um parque de dinossauros. E dinossauros são a coisa mais legal do mundo. =)

O jogo se diz focado para público infantil, mas diverte audiência adulta e tem um modo avançado bem capcioso. Então, pode ir na fé que não decepciona.



Mesozooic fundiona em duas partes: A) na primeira, é criado um deck de cartas de acordo com o número de jogadores e, em seguida, fazendo um draft de 2 cartas, cada jogador vai passando a mão para o jogador da esquerda até receber três cartas de uma vez. Escolhe duas, passa o deck, recebe o deck, separa duas e por aí vai; B) na sequência, cada player embaralha seu deck e abre em um grid de 4x3 com um buraco no canto direito inferior. Aí que é a parte legal, cada jogador vai ter 45 segundos para montar o parque pontuando as melhores locações arrastando as cartinhas como naqueles clássicos jogos de montar puzzle com um espaço vazio.



O manual fala para todo mundo resolver ao mesmo tempo, mas é legal ficar vendo o amiguinho atrapalhado tentando mover as cartas para pontuar os biomas, estradas, estátuas e gaiolas de dinos.

No modo avançado as cartas são outras e é preciso posicioná-las em espaços específicos para ganhar pontos. Além das cartas básicas, há o T-Rex, as entradas, saídas e salas de realidade virtual (que, essas sim, adicionam um elemento de complexidade bacana no game).



Bem divertido! Foi o jogo do feriado em uma sessão de degustação de whiskys que fiz com os amigos Vitão e Michelan.



Jogo, bebida e charuto!

#GoGamers

terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Crazy Tower

Sabe aquele game que dura uns breves minutos e é a saideira da noite? Crazy Tower é um desses.



Uma mistura de Jenga com Rhino Hero. Jogue as cartinhas e coloque suas peças nos espaços em branco. Espaços vermelhos não contam.

É preciso bater a mão ou evitar que caia tudo.

Há poderes especiais com os quais pode-se jogar de novo, trocar peças com oponentes, pegar peças de outros andares etc.

For fun total. Pecinhas de madeira bem legais. Já tem versão nacional da Galápagos.

#GoGamers

domingo, 19 de janeiro de 2020

Just One

O que faz algo ser divertido? Bom, essa é a questão central do livro "Theory of Fun" do Raph Koster e milhares (ou milhões) de game designers, cineastas, escritores e toda uma lavra de profissionais de entretenimento se perguntam todo dia a mesma questão. Para mim, um jogo é divertido quando eu termino uma partida dele e falo (junto com todos que estão jogando comigo) "mais uma partida"?

Just One caiu nessa categoria. O game ganhou Spiel des Jahres de 2019 e me conquistou pela simplicidade. Aliás, simplicidade é o que eu mais busco em games (analógicos ou digitais) atualmente.



A mecânica é muito simples: 1) o jogador da rodada coloca uma carta - que possui 5 palavras sem ver quais são - num aparador e escolhe um número de um a cinco; 2) Os demais jogadores tem uma lousinha e uma canetinha para escrever uma palavra que tenha ver com a escolhida em segredo; 3) Depois que todos escreveram as palavras, estas são reveladas e se há duas ou mais iguais elas são anuladas; 4) Com as palavras que sobraram o player da vez tem que deduzir a palavra da vez. É isso.

Imaginem só que a palavra da vez é "chocolate". Poderiam surgir dicas como as da imagem a seguir (lembrando que dicas iguais se anulam).



Levei numa joga com 6 pessoas e jogamos ininterruptamente por 3 horas. O jogo é cooperativo e nos vimos desafiados a acertar o maior número de palavras a cada partida.

Gostei demais. É a primeira aquisição da ludoteca de 2020 e creio que vai ver muita mesa durante o ano. Fora que vou usar muito em minhas aulas de game design.

Parabéns aos autores. Entrou na minha lista de favoritos da vida.

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Kung Fu Zoo

Mais um game para entrar na lista de “jogos de petelecos”. No caso, Kung Fu Zoo usa dados para constituir a ação do game.



Cada jogador escolhe um animal e pega um set de dados. Há o gorila, a cheetah, a zebra e o elefante. A caixa do jogo é o tabuleiro e há quatro caçapas nos cantos. O objetivo é empurrar os dados (animais) dos adversários para dentro do buraco, mas é preciso tomar cuidado para não encaçapar o seu sem querer (como eu, repetidas vezes, fiz).



Os dadinhos possuem faces diferentes que permitem que você relance seu animal da área marcada ou de qualquer local da borda do tabuleiro. Se seu animal (dado) cair com as quatro patas pra cima ele está automaticamente paralisado. Cada animal ainda possui uma ficha com poderzinho especial que pode ser usado uma vez na partida.



Ganha quem ficar por último no tabuleiro com, pelo menos, um dado com a cara do animal ou outro ícone que não seja o de “patas pra cima”.

É levíssimo, casual e divertido. Quinze minutos para ficar jogando enquanto os amigos não chegam para a joga mais pesada do dia. Gostoso.

#GoGamers

domingo, 24 de dezembro de 2017

Sea of clouds

Primeiramente, feliz natal.

Segundamente, vamos falar do que importa: JOGO!

Se é jogo de pirata é divertido! Esse aqui fez a diversão na joga mais recente de final de ano. Sea of clouds é um game onde cada um faz o papel de capitão em um navio. A cada rodada é preciso comprar cartas de uma pilha no meio da mesa. Esta pilha, conforme vai sendo recusada, vai acumulando cartas e ficando mais interessante. Mecânica simples e interessante.



É possível comprar tesouros, piratas guerreiros, artefatos místicos e - claro - rum. Aliás, o rum é um dos itens que mais pontua no jogo. É possível fazer combinações com garrafinhas de rum e disparar na pontuação. Em determinados momentos, há combates que você deve vencer os jogadores vizinhos da esquerda e da direita.



Bem legalzinho, rápido e com belas ilustrações. Bastante casual pra jogar gritando e prejudicando os amiguinhos.

#GoGamers

domingo, 17 de dezembro de 2017

King of New York

Bom, esse aqui é igualzinho o King of Tokyo só que ambientado em Nova York.



A diferença principal é que esse tem um tabuleiro com mais possibilidades, mas o game é o mesmo: role dados, dê porrada nos inimigos e quebre prédios.

É daqueles para experimentar no final de uma jogatina.

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domingo, 22 de outubro de 2017

Imagine

Esse título chegou recentemente no Brasil lançado pela Galápagos. De autores orientais, o Imagine lembra bastante o Concept; você sorteia uma carta, escolhe uma das palavras e - utilizando um deck de cartas transparentes de acetato - deve montar sua ideia para que os outros adivinhem.



No Concept há um tabuleiro com os elementos fixos e você precisa colocar os marcadores. Em Imagine é necessário sobrepor as cartinhas para que as figuras se combinem. Além disso, é permitido movimentar as cartas para representar o desafio.



As imagens são bem abstratas e permitem um sem número de combinações. Gostei muito do design das cartas, é bem minimalista e iconográfico. É um jogo com possibilidades infinitas de expansão. Eu gostei, mas ainda sou mais fã do Concept nessa seara de games de adivinhação e montagem de raciocínio.

Eu joguei esse na Encounter Board Game Café recentemente.

#GoGamers

domingo, 16 de julho de 2017

Rhino Hero

Esse aqui eu joguei na festa do congresso DIGRA 2017 que aconteceu em Melbourne (Australia). Como bom party game, fez a alegria de todos que estavam presentes. É um Jenga 2.0. Os players devem empilhar os andares dos prédios; para isso usam tiles de parede e de chão. No tile de chão há a instrução sobre como a parede deve ser colocada. O tile de chão também tem "poderes" que te fazem colocar um tile extra, inverter a rodada etc.

Também é preciso ir posicionando a peça do rinoceronte (que é pesada) entre os andares quando é solicitado.



A versão que joguei é a que tem componentes gigantes, mas há a versão de mesa também. Olha a alegria da criançada:





Já achei e comprei a versão de mesa para a coleção. Fora que é mais um excelente material para usar nas aulas e cursos de game design.

Essa trip rendeu boas referências e ótimos contatos!

#GoGamers #GoDIGRA

domingo, 18 de junho de 2017

Mouth trap

Nova aquisição para a ludoteca e, acredito eu, um bom exemplo para usar em aulas. A caixa já explica tudo: coloque o aparato que impede que seus lábios fechem e leia uma frase para os demais jogadores. Quem adivinha certo marca ponto, quem erra paga castigo (as cartas de castigo, em geral, te obrigam a passar vergonha compartilhando barbaridades nas redes sociais).



É besta, mas com a quantidade certa de álcool fica bem divertido. Olha o naipe da brincadeira:



No manual tem um "alerta" para higienizar os separadores de silicone para evitar contaminação. =)

Bizarro, mas um bom exemplo de como usar componentes inusitados para criar um gameplay. Único problema: os textos que você tem que ler para sua equipe foram pensados na língua inglesa e dão ênfase para construções labiais. Para jogar em português, creio que terei de fazer uma bela adaptação.

#GoGamers

segunda-feira, 27 de março de 2017

Sushi Go Party

Esse aqui eu joguei em Santiago (Chile) no Dos De Seis Board Game Café. O Suhi Go Party é um upgrade do game Sushi Go (com mais cartas e mais possibilidades). Joguinho casual/party bem bacaninha e com uma arte divertida. O game trabalha com mecânicas de set collection, gerenciamento de recursos da mão e ações simultâneas.



A cada partida, monta-se um tabuleiro com as comidas que serão feitas naquela partida. Há sushis, makis, tempurás, giozas e tudo o mais que se encontra em um bom rodizião japonês. Cada comida tem um set de cartas que irá fazer parte de um grande deck.

Este grande deck formado por cada um dos sets de comida é dividido igualmente entre os players. A cada rodada, baixa-se uma carta na mesa e passa-se a mão para o jogador da direita. Ou seja, é preciso gerenciar o que você vai colecionar na sua mesa e o que vai passar para a frente. Há cartas que penalizam se não são colecionadas em quantidade, outras que só marcam pontos mediante certas combinações e por aí vai.

Jogo legal para usar em aulas/workshops de game design. Já gostei e quero comprar para usar em aulas.

#GoGamers